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‘E Aí, Comeu?’ não é machista: discute o machismo

Dirigido por Felipe Joffily, 'E aí, comeu?' tem o mérito de ser um comentário bem-humorado, porém crítico, sobre o machismo.

porPaulo Camargo
22 de junho de 2012
em Cinema
A A
E aí, comeu?

Trio de pseudomachões que não dão conta das “novas mulheres”. Imagem: Divulgação.

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O longa-metragem E aí, Comeu?, que estreia nos cinemas, parece, mas não é o filme mais machista de todos os tempos. Baseado na peça homônima de Marcelo Rubens Paiva (de Feliz Ano Velho), que também assina o roteiro, ao lado de Lusa Silvestre, o longa-metragem de Felipe Joffily (de Muita Calma Nessa Hora) tem o mérito de ser um comentário bem-humorado, porém crítico, sobre o machismo, e não uma ode acrítica a ele. Menos pior.

Fernando (Bruno Mazzeo), Honório (Marcos Palmeira) e Fonsinho (Emilio Orciollo Netto) são três amigos de infância que se veem à beira de um ataque de nervos.

Diante de uma ‘nova mulher’, menos sujeita a seus caprichos e demandas, eles buscam, sem muito sucesso, compreender que papel hoje ocupam no mundo.

Diante de uma “nova mulher”, menos sujeita a seus caprichos e demandas, eles buscam, sem muito sucesso, compreender que papel hoje ocupam no mundo. E batem muito a cabeça.

Enquanto Fernando, arquiteto bem-sucedido, é surpreendido pela esposa, Vitória (Tainá Muller), com um pedido de divórcio, Honório, jornalista experiente mas insatisfeito com a profissão, se vê às voltas com a mulher, Leila (Dira Paes), independente e determinada em não lhe dar satisfação sobre todos os seus passos.

Fonsinho, por sua vez, é um menino grande e o mais frágil. Filho de pai rico, sonha ser escritor, mas não tem experiências de vida capazes de alimentar sua literatura. Com medo de compromissos, prefere ter casos com mulheres casadas e pagar por sexo a enfrentar o risco de se relacionar de verdade.

O trio, cuja verborragia poderá ofender quem não entender o intento de mostrar quão patéticos os personagens na verdade são, se reúne no Bar Harmonia, onde chora suas pitangas e brinca de ser homens de verdade, até descobrir que tem de crescer. O filme não chega a ser memorável, mas é melhor do que a média das comédias brasileiras dos últimos tempos.

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Tags: Bruno MazzeoCinemaCinema BrasileiroCinema NacionalDira PaesE aí comeu?Emilio Orciollo NettoFelipe JoffilyMarcelo Rubens PaivaMarcos PalmeiraMuita Calma Nessa HoraTainá Muller

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