‘O Estrangeiro’ de Ozon e o risco da fidelidade
Adaptar O Estrangeiro nunca foi exatamente uma escolha confortável. Há, no romance de Albert Camus, algo que resiste à tradução — não por complexidade, mas pelo contrário: pela secura. Pela recusa em oferecer ao leitor qualquer amparo emocional. François Ozon parece entender esse impasse e decide não contorná-lo. Encara-o de...
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