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Home Música

niLL presenteia o rap nacional com ‘Regina’, disco biográfico

porFernanda Maldonado
11 de agosto de 2017
em Música
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“Oi Davi, só não vou usar ligação senão vai acabar tudo a internet do meu celular. Eu só queria saber se vocês vão chegar a tempo da janta e se vocês queriam jantar”. A voz de áudio de WhatsApp gravado pela irmã de Davi, que nessa matéria chamaremos de niLL, nome artístico do MC de Jundiaí (SP), é o que abre a primeira música do álbum Regina. O disco de estreia de niLL é, da primeira até a última faixa, uma imersão sensível à vida pessoal do rapper e, principalmente, uma homenagem à sua falecida mãe, Regina.

Num aspecto geral, o conceito artístico e a qualidade das letras biográficas faz Regina nascer com vocação de clássico.

Entre uma música e outra, pequenas vinhetas entrecortam as letras. São áudios de WhatsApp de sua mãe, irmã, amigos, de uma mulher anônima e de sua sobrinha pequena, Duda, que niLL adotou como uma filha. Maria Eduarda, a sobrinha de apenas 8 anos, também foi responsável pelo desenho da capa, e é assim que o rapper conta como está o mundo desde que sua mãe se foi, há cerca de três anos.

“Resolvi fazer uma homenagem pra ela de novo. Sempre gostei de mostrar essas paradas de música pra minha mãe, porque ela me incentivava e acreditava até mais do que eu. Tive que fazer o Regina desse jeito, contando tudo isso pra ela saber como a gente tá segurando a barra aqui. Porque desde que ela se foi, muita coisa mudou”, explicou o rapper em entrevista para a revista Noisey.

Capa de 'Regina', disco do MC niLL
Capa criada a partir de desenho da sobrinha de 8 anos do rapper, que também aparece no disco através de áudios de WhatsApp. Foto: Reprodução.

niLL é extremamente particular e acerta a mão ao combinar os elementos mais triviais da vida com clássicas aflições da vida pós-moderna (preste atenção na letra de “Jovens Telas Trincadas”). Mesmo que você não se reconheça em todos os cenários e situações construídos, é inevitável se prender nesse universo. Amor, desilusão, a solidão da (pós) modernidade, as relações familiares, niilismo, a realidade de uma quebrada de um ponto de vista existencialista. Tudo isso apresentado sobre beats melancólicos e uma certa pegada vaporwave, que se reflete no lyric video do álbum completo lançado no YouTube, trazendo cenários em animações de 16 bits, como num game. Como se a vida fosse um jogo?

Regina foi lançado no final de julho deste ano e já tem mais de 25 mil visualizações no YouTube, um bom número para um disco independente. Vem cheio de participações: Victor Xamã, Ogi, De Leve, Makalister, e o parceiro de niLL no selo SoundFood Gang, Yung Buda. Num aspecto geral, o conceito artístico e a qualidade das letras biográficas faz Regina nascer com vocação de clássico. Um presente de niLL para o rap nacional.

Ouça ‘Regina’ na íntegra no Spotify

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Tags: Crítica Musicaldisco biográficoestreiaMúsicaniLLRapRap NacionalReginaResenha

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