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‘Sob Traçantes’: 15 minutos de reflexão na TV

Série documental do Canal Futura, ‘Sob Traçantes’ mostra histórias de superação e resistência após acontecimentos violentos e trágicos.

porTaiany Gonçalves
27 de novembro de 2018
em Televisão
A A
'Sob Traçantes', nova série documental do Canal Futura

'Sob Traçantes', nova série documental do Canal Futura. Imagem: Reprodução.

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Estreou na última terça-feira (20), no Canal Futura, a série documental Sob Traçantes, que, em 15 minutos, se propõe a mostrar histórias de pessoas que tiveram as vidas impactadas por acontecimentos violentos e trágicos, mas que, ainda sim, resistem, superam e/ou se mobilizam por uma causa.

O primeiro capítulo teve como personagem Marinete da Silva, mãe de Marielle Franco, vereadora assassinada brutalmente no Rio de Janeiro em março desse ano. Em um cômodo vazio de uma casa, que retrata o vazio que ficou em sua vida após a dura e cruel perda de sua primogênita, Marinete conta a sua história e a de suas duas filhas, Marielle e Anielle. A caçula, por sua vez, também aparece na série e mostra que vem assumindo os lugares de fala e de tomada de decisões na família, que antes eram ocupados por sua irmã. Além disso, vídeos de discursos de Marielle na Câmara e das manifestações feitas após a sua morte, tendo ao fundo a música “15 de março”, de Caio Prado, feita para Marielle, foram utilizados para compor o programa.

Essa é uma produção que fala abertamente sobre as consequências do preconceito em suas diversas faces, da ausência de políticas públicas voltadas para os que vivem às margens.

O primeiro episódio se encerra com dois momentos emblemáticos. O primeiro é a fala da mãe de Marielle sobre o legado que a filha deixou. Após isso, entra a voz de Anielle proferindo uma mensagem feita para sua irmã, que diz no final: “Acharam que ela iria embora e que nunca mais incomodaria, mas erraram. Erraram, porque ela é semente. Uma semente que germina e cresce, uma semente que nos aquece”. Enquanto a mensagem é proferida, na tela passam os nomes das mulheres negras que foram eleitas em 2018: apenas 8.

É nítido, portanto, a capacidade da série em fazer o seu telespectador refletir sobre as questões sociais do país. Segundo Débora Garcia, gerente de conteúdo do Canal Futura, “a série mostra que existem diferentes camadas de violência na sociedade, que vão intoxicando e mexendo com a sua estrutura, mas que é possível encontrar caminhos para continuar a vida”.

Essa é uma produção que fala abertamente sobre as consequências do preconceito em suas diversas faces, da ausência de políticas públicas voltadas para os que vivem às margens, dos demais problemas políticos que assolam o país, dos graves erros cometidos pelo Estado, entre outros. São exemplos vivos que custaram a integridade física e/ou moral de brasileiros. Ademais, a série procura dar ênfase não só à dor, mas, e principalmente, ao que pode ser e é extraído do trágico, assim como o legado que Marielle Franco deixou.

Serão 13 episódios, tendo um protagonista em cada terça. Alguns já foram divulgados pelo canal, sendo as histórias de Luís Penca, um ex-assaltante que se tornou um cuidador de idosos; de Júlio Barroso, conhecido como Julinho da Glória, que foi preso e condenado a 12 anos de prisão injustamente e hoje é produtor cultural; e Renato Ferreira, o Topetão, que nasceu em Vigário Geral e aos 14 anos já era drogado e fazia uso de armas, mas mudou a sua vida, se transformando em um palhaço e produzindo espetáculos no Brasil e na Europa.

Você pode conferir o episódio da última terça-feira, sobre Marinete Silva, no Futura Play e acompanhar hoje, no Canal Futura, o novo episódio que vai ao ar às 23h30.

Tags: Canal FuturaCrítica TelevisivaMarielle FrancoResenhaSérie DocumentalSob Traçantes

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