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‘Sweetbitter’ une gastronomia e Nova York em trama promissora

Com episódios e temporada curta, ‘Sweetbitter’ traz pitadas de ‘MasterChef’ e ‘Sex and the City’ em história sobre uma jovem garçonete em Manhattan.

porAlejandro Mercado
17 de setembro de 2020
em Televisão
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Sweetbitter é uma série curta e interessante para se acompanhar

'Sweetbitter' é uma série curta e interessante para se acompanhar. Imagem: Reprodução.

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Existem séries cujo centro temático está em distintas visões acerca do “sonho americano” – há quem defenda que todos os seriados norte-americanos assim o são. Série da Starz, disponível no Starzplay via Prime Video, Sweetbitter é um destes casos.

Nela, Ella Purnell incorpora Tess, uma jovem mulher que mergulha no universo da gastronomia em Nova York. Tess é formada em inglês e possui apenas uma breve experiência em uma pequena cafeteria, porém consegue emprego como garçonete em restaurante de alto padrão de Manhattan.

O que era para ser apenas um bico para conseguir manter-se na grande metrópole, já que veio de uma pequena cidade sem nenhum plano concreto, torna-se um deslumbre pela vida noturna, pelo requinte do universo gastronômico e, claro, um olhar apaixonado para Nova York.

Sweetbitter é baseada no romance Tintos e Tantos (Globo Livros, 2017), de Stephanie Danler. A premissa realmente não é nova: alguém jovem que se muda para uma grande cidade e se vê deslumbrado e envolto em um universo quase mágico.

Sweetbitter, no entanto, entrega um conjunto coeso: há um pouco de MasterChef aqui, de Sex and the City ali, de How to Make It in America acolá. E não, não soa e nem se apresenta confuso na tela. E para um contexto em que o cliente é fundamental à manutenção de um restaurante, eles serem meros coadjuvantes é curioso e interessante. Entretanto, nem tudo são flores (ou pratos).

Purnell consegue tornar Tess uma personagem muito complexa.

A trama perde algumas oportunidades, que talvez conferissem mais dimensões à série, por vezes unidimensional: nada da ausência do glamour no segmento gastronômico (como a baixa remuneração e o uso recorrente de imigrantes ilegais) parece ter importância no show, tampouco as relações de poder (sendo a indústria da gastronomia um universo em que as questões de assédio sexual são recorrentes).

Já a atuação de Ella Purnell é encantadora – ainda que com certas limitações, mais próprias do roteiro do que de sua qualidade como atriz. Purnell consegue tornar Tess uma personagem muito complexa. Sua timidez e introspecção conferem um ar de ingenuidade, importantíssimo em trazer a imagem de uma observadora, uma outsider.

Seu olhar é determinante na construção da visão que o próprio espectador tem daquele universo apresentado na tela. Recorde-se que estamos diante de um personagem de 22 anos, com todas a energia e imaturidade inerentes à idade.

Para a primeira temporada (foram duas, antes de Sweetbitter ser cancelada), Tess atua como uma esponja, absorvendo o mundo ao seu redor, aprendendo o que pode e descobrindo sobre os outros entre seus próprios silêncios. Nestes momentos, também temos a chance de conhecer um pouco mais sobre os demais personagens, ainda que poucos ganhem camadas e destaque no decorrer dos episódios.

Em suma, Sweetbitter tinha muitas coisas promissoras em sua primeira temporada, além de uma deliciosa trilha sonora. Para dias em que alguns de nós ainda estão em isolamento social, esta série com temporadas de 6 episódios de cerca de 30 minutos cada é uma boa pedida – e uma boa companhia.

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