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‘A Ilha’ traz personagens perturbados para elevar e manter o suspense

Filme com Nicolas Cage, ‘A Ilha’, dirigido por Stephen S. Campanelli, une casal em pé de guerra, casa sombria e um terceiro personagem para sustentar a tensão do início ao fim.

porTiago Bubniak
9 de março de 2021
em Cinema
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A Ilha, de Stephen S. Campanelli

Nicolas Cage interpreta um homem desequilibrado casado com uma mulher desequilibrada. Imagem: Reprodução.

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A Ilha (2019) já começa com uma música fúnebre, antes mesmo das primeiras imagens aparecerem na tela. E quando elas surgem, mostram uma floresta “inundada” de névoa. Trilha sonora e imagens compõem uma típica atmosfera de filmes de mistério, suspense, terror. Não há tempo a perder. Cada segundo deste filme dirigido por Stephen S. Campanelli parece fazer questão de aumentar ou, no mínimo, manter a tensão.

O ano é 1988. Buddy (Luke Benward) é interrogado na polícia sobre um assassinato que supostamente cometeu enquanto se protegia de um furacão na casa de Walter (Nicolas Cage). Com todas as suspeitas recaindo sobre ele, Buddy precisará provar que é inocente.

O roteiro de Iver William Jallah e Rich Ronat é estruturado em flashbacks e toda a trama investe pesado em mostrar um casal em conflito profundo. Walter e sua esposa Fancy (KaDee Strickland) passam a sensação de que, a qualquer momento, um poderá matar o outro. Indícios não faltam.

A casa é sombria, um cômodo permanece misteriosamente trancado, existem armas pelos ambientes, Walter é um ex-soldado que bebe muito e está em crise há anos com sua passagem pelo exército. Como já comentado, A Ilha faz questão de ampliar ou manter a tensão. E, para isso, mostra um festival de ações desequilibradas, doentias, perturbadas e perturbadoras de Walter e Fancy.

A relação patológica do casal é um recurso que deixa o enredo chamativo. A todo momento tende a renovar-se no público o interesse em descobrir aonde, afinal, tudo aquilo que desliza diante de seus olhos vai parar.

O furacão prestes a chegar, literalmente, também serve de metáfora da situação constantemente cheia de riscos. Ele pode ser um símbolo de que A Ilha entrega ao público aquilo que se propõe.

Além da sensação de que um crime pode acontecer a qualquer momento, existe, também, muita tensão sexual. O roteiro é bem malicioso (e marcado por clichês, pode-se dizer) para manipular o público a perdoar uma eventual “pulada de cerca” de Buddy. A esposa é chorosa, incompreensível em certa medida e resiste às investidas sedutoras do marido há seis meses. Por outro lado, quando vai realizar um concerto de cerca na casa de Walter, Buddy depara-se com uma típica e autêntica femme fatale.

O furacão prestes a chegar, literalmente, também serve de metáfora da situação constantemente cheia de riscos. Ele pode ser um símbolo de que A Ilha entrega ao público aquilo que se propõe: uma história com muito suspense, sensação permanente de perigo e capaz de prender a atenção. Há uma “forçada de barra” aqui e ali no roteiro. Mas é preciso lembrar que os personagens são muito, muito doentios. Levando-se isso em conta, pode-se avaliar que o espectador que gosta de suspense está diante de um bom entretenimento.

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Tags: A IlhaCinemaCríticaCrítica CinematográficaCrítica de CinemaFilm ReviewMovie ReviewNicolas CageResenhaReviewStephen S. Campanelli

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