• Sobre
  • Apoie
  • Política de Privacidade
  • Contato
Escotilha
Sem Resultados
Veja Todos Resultados
  • Reportagem
  • Política
  • Cinema
  • Televisão
  • Literatura
  • Música
  • Teatro
  • Artes Visuais
  • Reportagem
  • Política
  • Cinema
  • Televisão
  • Literatura
  • Música
  • Teatro
  • Artes Visuais
Escotilha
Home Cinema

‘John Wick – Um Novo Dia para Matar’: Keanu Reeves, o herói da inexpressividade

'John Wick - Um Novo Dia para Matar' é inferior ao longa original, mas continua tirando proveito das limitações dramáticas do astro Keanu Reeves.

porPaulo Camargo
23 de fevereiro de 2017
em Cinema
A A
'John Wick - Um Novo Dia para Matar': Keanu Reeves, o herói da inexpressividade

Imagem: Reprodução.

Envie pelo WhatsAppCompartilhe no LinkedInCompartilhe no FacebookCompartilhe no Twitter

As limitações dramáticas de Keanu Reeves, um ator carismático mas inexpressivo, foram muitas vezes utilizadas a seu favor. Caíram como uma luva no messiânico, e quase sempre impassível Neo, protagonista da trilogia Matrix, e também são bastante úteis na construção de John Wick, personagem central de De Volta ao Jogo (2014), cujo inesperado êxito comercial e de crítica abriram caminho para a sequência John Wick – Um Novo dia para Matar, em cartaz nos cinemas brasileiros.

O personagem, um assassino profissional, é uma máquina mortífera, e tem como marca registrada sua frieza elegante. “Uma vez eu o vi matar três homens com um único lápis”, fala deste novo longa, que refere-se ao primeiro episódio e parece sintetizar o (anti)herói, escrito sob medida para Reeves. Nas duas produções, ambas dirigidas por Chad Stahelski, Wick é capaz de vencer um exército sozinho, com a empáfia de quem vai a um jantar a rigor.

No primeiro filme, Wick, traumatizado pela perda da mulher, sofre outros baques emocionais: teve que lidar com a morte do seu cão de estimação e com o roubo do automóvel de estimação. E acaba fazendo da morte um meio de expressão de sua dor. Afinal, é um paladino de poucas palavras, na melhor tradição dos heróis do western, vividos no passado por John Wayne e Clint Eastwood. O silêncio também é uma arma.

Wick é capaz de vencer um exército sozinho, com a empáfia de quem vai a um jantar a rigor.

Encerrada sua missão, não por acaso, decidiu se afastar de um cotidiano marcado pela violência extrema. Mas a decisão não dura muito. Tenta, mas não escapa de cumprir uma última missão: assassinar Gianna (Claudia Gerini), a mando do próprio irmão — Santino (o astro italiano Riccardo Scamarcio), que nela vê um obstáculo em sua rota de ascensão no mundo do crime.

Com uma trama bem menos surpreendente do que a de De Volta ao Jogo, Stahelski tenta compensar a falta de um roteiro melhor com muitas cenas de ação, entre perseguições automobilísticas, trocas tiros e facadas que atravessam o Atlântico, de Nova York a Roma. Em meio à previsibilidade, um certo humor que caracteriza os dois filmes, que emana da postura inabalavelmente cool do protagonista, mantém um certo interesse, e por mais tempo viva a carreira de Reeves, o herói de uma cara só.

ESCOTILHA PRECISA DE AJUDA

Que tal apoiar a Escotilha? Assine nosso financiamento coletivo. Você pode contribuir a partir de R$ 15,00 mensais. Se preferir, pode enviar uma contribuição avulsa por PIX. A chave é pix@escotilha.com.br. Toda contribuição, grande ou pequena, potencializa e ajuda a manter nosso jornalismo.

CLIQUE AQUI E APOIE

Tags: Chad StahelskiCinemaClaudia GeriniCrítica de CinemaDe Volta ao JogoJohn WickKeanu ReevesResenhaRiccardo ScamarcioUm Novo dia para Matar

VEJA TAMBÉM

Timothée Chalamet está indicado ao Oscar de melhor ator por sua interpretação de Marty Mauser. Imagem: A24 / Divulgação.
Cinema

‘Marty Supreme’ expõe o mito da autoconfiança americana

5 de fevereiro de 2026
'Guerreiras do K-Pop' desponta como favorito na categoria de melhor canção original no Oscar 2026. Imagem: Sony Pictures Animation / Divulgação.
Cinema

O fenômeno ‘Guerreiras do K-Pop’

4 de fevereiro de 2026
Please login to join discussion

FIQUE POR DENTRO

Timothée Chalamet está indicado ao Oscar de melhor ator por sua interpretação de Marty Mauser. Imagem: A24 / Divulgação.

‘Marty Supreme’ expõe o mito da autoconfiança americana

5 de fevereiro de 2026
'Guerreiras do K-Pop' desponta como favorito na categoria de melhor canção original no Oscar 2026. Imagem: Sony Pictures Animation / Divulgação.

O fenômeno ‘Guerreiras do K-Pop’

4 de fevereiro de 2026
Rhea Seehorn encarna Carol Sturka diante de um mundo em uma violenta transformação. Imagem: High Bridge Productions / Divulgação.

‘Pluribus’ faz da felicidade obrigatória uma forma de violência

3 de fevereiro de 2026
A escritora argentina Samanta Schweblin. Imagem: Alejandra Lopez / Divulgação.

Em ‘O Bom Mal’, Samanta Schweblin mostra que o horror mora ao lado

30 de janeiro de 2026
Instagram Twitter Facebook YouTube TikTok
Escotilha

  • Sobre
  • Apoie
  • Política de Privacidade
  • Contato
  • Agenda
  • Artes Visuais
  • Colunas
  • Cinema
  • Entrevistas
  • Literatura
  • Crônicas
  • Música
  • Teatro
  • Política
  • Reportagem
  • Televisão

© 2015-2023 Escotilha - Cultura, diálogo e informação.

Sem Resultados
Veja Todos Resultados
  • Reportagem
  • Política
  • Cinema
  • Televisão
  • Literatura
  • Música
  • Teatro
  • Artes Visuais
  • Sobre a Escotilha
  • Contato

© 2015-2023 Escotilha - Cultura, diálogo e informação.