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‘Monstros no Trabalho’ é um ‘The Office’ infantil

Série da Disney +, ‘Monstros no Trabalho’ mostra a rotina dos profissionais da Monstros S.A. após os acontecimentos do primeiro filme, lançado em 2001.

porThais Porsch
23 de setembro de 2021
em Televisão
A A
Monstros no Trabalho

Após o primeiro filme, a Monstros S.A. passa a gerar energia a partir do riso, o que provoca uma crise institucional. Imagem: Divulgação.

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Lançado há exatos 20 anos, Monstros S.A. foi uma das grandes apostas da Pixar para nos revelar um de seus muitos mundos incríveis e fantásticos através da tela de cinema. Agora, em 2021, um spin-off do filme, intitulado de Monstros no Trabalho, é lançado em formato seriado no streaming da Disney +.

Embora a dupla implacável Mike Wazowski e Sully Sullivan esteja presente, eles não são mais o centro dos acontecimentos. O protagonista da vez é o jovem Tylor Tuskmon, um monstro que havia sido contratado para ser assustador na empresa antes dos eventos do primeiro filme – quando a energia era gerada a partir de sustos, e não risos.

Assim que chega a Monstros S.A., Tylor descobre que sua posição não existe mais e é forçado a se contentar com um emprego na divisão MIFT (Monsters, Inc. Facilities Team ou Monstros Instaladores Fortemente Treinados, no português), mas ele quer mesmo é se tornar um cômico, nome dado aos monstros que provocam risos nas crianças, posição que era previamente ocupada pelos assustadores.

Monstros no Trabalho claramente foi feita para ativar a nostalgia.

Monstros no Trabalho é quase como uma sitcom dos personagens da animação. Logo de cara, já é possível fazer relações com diversos seriados. Mas, talvez o mais marcante seja The Office. Em um estilo mais “light” que a série de Michael Scott, Monstros no Trabalho faz o uso de personagens incompetentemente competentes, explora a rotina de trabalho da firma e possui piadas que giram em torno da formação universitária e trabalho mal remunerado.

E, embora possam ter piadas relacionadas à vida adulta, a série é engraçada para todas as faixas etárias, assim como os filmes da Pixar. Humor simples, mas bem construído. Situações propositalmente pastelonas arrancam riso fácil, mas o humor ácido também está presente em doses pequenas, o que ativa nosso lado adulto e infantil ao mesmo tempo.

Monstros no Trabalho claramente foi feita para ativar a nostalgia. O que faz com que os melhores personagens continuem sendo Mike e Sully, agora CEOs da empresa. Apesar da história não ser deles, o ritmo com Tylor demora a engrenar, enquanto com Sully e Mike parece que nos sentimos à vontade com eles e tudo flui com muito mais facilidade.

Com os acontecimentos do final da temporada, esperamos que a dupla apareça com mais frequência e que o humor continue sagaz e pertinente, como a Pixar exige.

Tags: AnimaçãoCrítica de SérieDisneyMike e SullyMonstros no TrabalhoMonstros S.A.ReviewTylor Tuskmon

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