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A catástrofe catártica de ‘No Olho do Tornado’

Sem ousadia, Stephen Quayle constrói narrativa desinteressante em 'No Olho do Tornado', exemplo máximo do cinema-catástofre.

porPaulo Camargo
21 de agosto de 2014
em Cinema
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No Olho do Tornado.

Tornado recoloca personagens em sintonia com a felicidade. Imagem: Divulgação.

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Há um grande paradoxo no cinema-catástrofe. Embora a ação dos filmes seja, quase invariavelmente, colocada em movimento pela iminência de desastres – naturais ou não –, as histórias costumam ter arcos narrativos que se repetem. Erupções vulcânicas, terremotos seguidos de tsunamis, naufrágios ou incêndios de grandes proporções servem, na verdade, como pretexto para que os personagens recoloquem suas vidas nos trilhos. No Olho do Tornado, que estreia hoje nos cinemas brasileiros, é exemplar nesse sentido.

Uma equipe de documentaristas tenta chegar o mais próximo possível de uma das colunas de ar giratórias que costumam deixar terríveis rastros de destruição na região central dos Estados Unidos. No time, em choque constante, estão o cineasta Pete (Matt Walsh, de Ted), e a cientista Allison (Sarah Wayne Callies, da série The Walking Dead). Ele peca pela ambição desmedida enquanto ela, pela dedicação excessiva, que a impede de conviver com a filha pequena.

A ousadia, que pretende imprimir um tom mais realista à trama, acaba se diluindo frente à tentação de usar – e abusar – dos efeitos especiais, bem convincentes, por sinal.

Paralelamente, está prestes a acontecer a cerimônia de formatura de uma escola secundária da região. O diretor, Gary (Richard Armitage, o Thórin Escudo-de-Carvalho, da trilogia O Hobbit), é um viúvo que cria, sozinho, dois filhos adolescentes, o inseguro Donnie (Max Deacon) e o impulsivo Trey (Nathan Kress). A relação entre os três é tensa e, com a chegada do tornado, também chega ao limite da tragédia.

O cineasta Stephen Quayle (de Premonição 5) até arrisca algumas inovações, tentando construir a narrativa a partir das perspectivas das câmeras tanto dos documentaristas quanto de Trey,incumbido pelo pai de registrar a formatura. Mas a ousadia, que pretende imprimir um tom mais realista à trama, acaba se diluindo frente à tentação de usar – e abusar – dos efeitos especiais, bem convincentes, por sinal.

Resta, então, a catarse, de ver um tornado tirando a vida de alguns coadjuvantes, destruindo quase uma cidade inteira, mas dando um jeito de colocar os protagonistas em sintonia com a felicidade.

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Tags: CinemaCríticaNo Olho do TornadoO HobbitResenhaRichard ArmitageStephen Quayle

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