• Sobre
  • Apoie
  • Política de Privacidade
  • Contato
Escotilha
Sem Resultados
Veja Todos Resultados
  • Reportagem
  • Política
  • Cinema
  • Televisão
  • Literatura
  • Música
  • Teatro
  • Artes Visuais
  • Reportagem
  • Política
  • Cinema
  • Televisão
  • Literatura
  • Música
  • Teatro
  • Artes Visuais
Escotilha
Home Televisão

Não sabe o que assistir? Dê um play em ‘The Bold Type’

Como uma boa série-conforto, 'The Bold Type' é perfeita para ver sem moderação.

porThais Porsch
5 de agosto de 2021
em Televisão
A A
the bold type

'The Bold Type' aborda com comédia e drama o início da vida adulta. Imagem: Reprodução.

Envie pelo WhatsAppCompartilhe no LinkedInCompartilhe no FacebookCompartilhe no Twitter

Disponível desde 2017 nos Estados Unidos, a série The Bold Type finalmente fez sua estreia no catálogo da Netflix neste ano. Com 4 temporadas completas, sendo que a 5ª (e última) está para chegar em setembro, o seriado conquistou o público jovem do streaming. Se você gosta de séries de comédia romântica, mas não se identifica mais com dramas adolescentes, The Bold Type é uma excelente opção para assistir depois do expediente.

A série acompanha três amigas em seus vinte e poucos anos que vivem em Nova York – o que é clichê por si só – e trabalham em uma revista feminina chamada Scarlet Magazine (que é para ser uma espécie de Vogue/Cosmopolitan). Dentro e fora da revista, acompanhamos a vida pessoal e profissional de Jane (Kate Stevens), que acabou de ser promovida a redatora, Kat (Aisha Dee), a diretora de mídias sociais da empresa, e Sutton (Meghann Fahy), uma assistente que busca seu lugar no mundo da moda.

The Bold Type tem sim diversos clichês e uma certa glamourização do trabalho nos meios de comunicação. Porém, ela sai do lugar-comum ao inserir temas extremamente relevantes em um contexto leve, quase sem que o espectador perceba que está discutindo o assunto.

The Bold Type é o respiro que precisávamos em tempos de pandemia.

Questões como machismo, racismo, homofobia e saúde feminina são sempre tema de discussão ou estão inseridos em um drama pessoal de certa personagem. A mistura de comédia romântica com questões sociais é que o faz de The Bold Type uma série leve sem ser superficial.

Vale ressaltar também a editora-chefe da revista Scarlet, Jacqueline Carlyle (Melora Hardin). Em sua primeira aparição, logo no primeiro episódio, pode-se achar que a personagem é uma espécie de Miranda Priestly, de O Diabo Veste Prada.

Porém, à medida que passamos a conhecê-la melhor, não poderíamos estar mais enganados. Jacqueline sabe como pressionar seus funcionários na medida certa para serem a melhor versão de si mesmos. É firme, mas sabe ouvir. É o tipo de chefe que todo mundo gostaria de ter no primeiro emprego ou estágio.

The Bold Type é o respiro que precisávamos em tempos de pandemia. Com assuntos temporais, a série nos dá um gostinho do mundo antes de 2020, das amizades calorosas, das festas e do trabalho presencial – e nos faz ter uma perspectiva de que voltaremos a viver tudo isso um dia.

Tags: comédia românticaCrítica de SérieFreeformJane SloanNetflixResenhaReviewSeriadoSérieSériesThe Bold TypeTV Review

VEJA TAMBÉM

Adam Scott e Britt Lower mergulham mais nas entranhas da Lumen durante a segunda temporada de 'Ruptura'. Imagem: Fifth Season / Divulgação.
Televisão

‘Ruptura’ cresce sem se explicar e se torna mais perturbadora

30 de janeiro de 2026
O apresentador Guilherme Rivaroli. Imagem: RIC TV / Reprodução.
Televisão

Por que os telejornais deveriam ser mais curtos?

13 de janeiro de 2026
Please login to join discussion

FIQUE POR DENTRO

A escritora argentina Samanta Schweblin. Imagem: Alejandra Lopez / Divulgação.

Em ‘O Bom Mal’, Samanta Schweblin mostra que o horror mora ao lado

30 de janeiro de 2026
Adam Scott e Britt Lower mergulham mais nas entranhas da Lumen durante a segunda temporada de 'Ruptura'. Imagem: Fifth Season / Divulgação.

‘Ruptura’ cresce sem se explicar e se torna mais perturbadora

30 de janeiro de 2026
Rose Byrne brilha em 'Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria'. Imagem: A24 / Divulgação.

‘Se Eu Tivesse Pernas, Eu Te Chutaria’: a maternidade em ruínas

29 de janeiro de 2026
Jessie Buckley e Paul Mescal em 'Hamnet'. Imagem: Focus Features / Divulgação.

‘Hamnet’ investiga o luto como matriz da arte

28 de janeiro de 2026
Instagram Twitter Facebook YouTube TikTok
Escotilha

  • Sobre
  • Apoie
  • Política de Privacidade
  • Contato
  • Agenda
  • Artes Visuais
  • Colunas
  • Cinema
  • Entrevistas
  • Literatura
  • Crônicas
  • Música
  • Teatro
  • Política
  • Reportagem
  • Televisão

© 2015-2023 Escotilha - Cultura, diálogo e informação.

Sem Resultados
Veja Todos Resultados
  • Reportagem
  • Política
  • Cinema
  • Televisão
  • Literatura
  • Música
  • Teatro
  • Artes Visuais
  • Sobre a Escotilha
  • Contato

© 2015-2023 Escotilha - Cultura, diálogo e informação.