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‘Tempo de Amar’ estreia sem medo de usar clichês folhetinescos clássicos

'Tempo de Amar', nova novela das seis, já mostrou a que veio em seu capítulo de estreia .

porGabrielle Russi
27 de setembro de 2017
em Televisão
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‘Tempo de Amar’ estreia sem medo de usar clichês folhetinescos clássicos

Imagem: Reprodução.

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Estreou ontem na Rede Globo a nova novela das seis, Tempo de Amar, do premiado autor Alcides Nogueira, em parceria com Bia Corrêa do Lago. Com uma estreia tranquila e sem pressa, a trama mostrou que trará o melhor do folhetim clássico e seguiu à risca a cartilha de um capítulo de apresentação. Pudemos conhecer os protagonistas e boa parte do elenco e admirar os belos cenários, divididos entre Brasil e Portugal, onde a narrativa se passará.

Com cenas rodadas em Bento Gonçalves e Garibaldi, na serra gaúcha, a novela se passa no final de década de 1920 e começa na fictícia aldeia portuguesa de Morros Verdes. Conta a história de amor entre Maria Vitória e Inácio (Vitória Strada e Bruno Cabrerizo). Ela é uma jovem à frente de seu tempo e de mente aberta, orfã de mãe e que foi criada pelo pai, José Augusto (Tony Ramos). Durante uma procissão religiosa, ela conhece Inácio, um rapaz de origem humilde que vive de trabalhos temporários.

Sabemos que eles terão vários desafios pela frente: ele é pobre, ela é rica; ele pretende vir para o Brasil, enquanto ela está prometida desde sempre a Fernão (Jayme Matarazzo). E mesmo que só tenhamos visto um capítulo dessa história, já foi divulgado muita coisa da trama, pois as chamadas da novela eram compostas por vários spoilers. Os dois vão começam a namorar, mas o casal logo ira se separar após Inácio partir para trabalhar no Rio de Janeiro. Separada de seu amor, Vitória descobre que está grávida e é mandada para um convento.

A história é baseada na avó do escritor de literatura policial Rubem Fonseca, pai da autora da trama Bia Corrêa do Lago.

A história é baseada na avó do escritor de literatura policial Rubem Fonseca, pai da autora da trama Bia Corrêa do Lago. Na história real, a avó do escritor saiu de Portugal – deixando a filha, mãe de Rubem, com os pais – para encontrar seu grande amor, que tinha vindo ao Brasil a trabalho e, depois de um tempo, parou de se corresponder com ela.

Outro ponto interessante é que o casal protagonista é vivido por dois atores desconhecidos do grande público: a gaúcha Vitória tem no currículo os longas Real Beleza (2015) e O Filme da Minha Vida (2017). Já Bruno passou 12 anos na Europa realizando trabalhos como modelo e ator e é um velho conhecido dos gramados: foi jogador de futebol entre 1994 e 2006, vestindo a camisa dos times Botafogo, CFZ, Flamengo e do clube italiano Alexandria.

Uma personagem que, em poucas cenas, também já disse a que veio é Lucinda, interpretada por Andreia Horta. Ela é uma mulher frustrada, que sofre por carregar uma marca no rosto, e que já mostrou que maltratará todo mundo. Ela será a principal vilã e fará de tudo para separar o casal de protagonistas (pelo menos foi o que nos mostrou as chamadas). Nas cenas finais também tivemos a surpresa de ver Regina Duarte como Madame Lucerne cantando e dançando para apresentar ao público seu cabaré.

Além dos já citados, a trama ainda conta com grandes nomes como Jackson Antunes, Nívea Maria, Letícia Sabatella, Deborah Evelyn, Marisa Orth, Cássio Gabus Mendes, Henri Castelli, Nelson Freitas, Werner Schünemann, Marcello Melo Jr., entre outros. O núcleo brasileiro da trama foi explorado brevemente neste primeiro episódio. Mas já pudemos ver algumas discussões políticas do Brasil República que se assemelham muito às atuais, como a presença de imigrantes no país e a “ameaça comunista”.

Também podemos ver belas imagens, com o apuro estético que é marca registrada do diretor Jayme Monjardim. Aliados aos cenários, os figurinos e a arte proporcionam um belo espetáculo. As imagens remetem a pinturas impressionistas e os focos da câmera, a fotografia e o enquadramento são excelentes e fazem uma ótima utilização da luz solar e sem a utilização dos excessos de filtros coloridos que foram utilizados em produções anteriores.

Tempo de Amar é um folhetim assumido, que usa sem medo e pudores de todos os recursos da fórmula para contar uma história de amor ao espectador. Entretanto, nessa nossa realidade de hoje, cheia de violência, corrupção, terremotos, vendavais e tiroteios, é bom sentar, relaxar e assistir a algo mais suave.

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