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Home Cinema

‘Depois Daquela Montanha’ mistura catástrofe, aventura e romance

'Depois Daquela Montanha' surpreende com sua química entre Idris Elba e Kate Winslet, mesmo em uma trama irregular.

porPaulo Camargo
3 de novembro de 2017
em Cinema
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Depois Daquela Montanha

Kate Winslet e Idris Elba têm inegável química em 'Depois Daquela Montanha'. Imagem: Divulgação.

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O que dois grandes atores como os britânicos Idris Elba e Kate Winslet estariam fazendo em um filme tão irregular como Depois Daquela Montanha? Essa pergunta é meio inevitável depois de uma hora de projeção do longa-metragem, que acaba de estrear nos cinemas brasileiros. Assinado pelo palestino Hany Abu-Assad, do ótimo Paradise Now, o melodrama em diversos momentos desafia a verossimilhança, mas, graças à inegável química entre os protagonistas, acaba capturando a atenção do espectador, talvez porque dependa deles, até mais do que do próprio roteiro, em certa medida.

Alex Martin (Winslet) é uma jornalista norte-americana experiente, que já foi correspondente de guerra e habituada a cobrir assuntos penosos. Ela está de casamento marcado e, ao chegar ao aeroporto, descobre que seu voo para Denver, onde acontecerá a cerimônia, foi cancelado. Viajaria na mesma aeronave o cirurgião inglês Ben Bass (Elba), que deve chegar em tempo à cidade do estado do Colorado, para realizar um procedimento urgente numa criança.

Assinado pelo palestino Hany Abu-Assad, do ótimo Paradise Now, o melodrama em diversos momentos desafia a verossimilhança…

A pressa compartilhada faz com que os dois estranhos se aproximem e resolvam alugar um pequeno avião para fazer a travessia das Montanhas Rochosas. Não imaginam que o piloto, Walter (Beau Bridges), irá sofrer um derrame e morrer em pleno voo, provocando um acidente que os deixará feridos e no meio de nada, em pleno inverno.

A luta pela sobrevivência de Alex e Ben é a razão de ser de Depois Daquela Montanha, adaptação do livro homônimo de Charles Martin que mistura elementos de cinema catástrofe, aventura e romance, em uma narrativa descaradamente melodramática. Os percalços são inúmeros, e muitas vezes absurdos, inacreditáveis.

O roteiro não consegue, tampouco, apresentar de forma convincente os personagens, que realmente ganham vida porque Kate e Idris lhes emprestam complexidade, nuances, emoção. Parecem estar não apenas fazendo tudo para se salvarem na trama, mas também para salvar o filme. E conseguem, a duras penas.

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Tags: Beau BridgesCharles MartinCinemaCrítica CinematográficaDepois Daquela MontanhaestreiaHany Abu-AssadIdris ElbaKate WinsletmelodramaResenha

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