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‘A Esperança É a Última Que Morre’ é o pior filme do ano nesta semana

A comédia 'A Esperança É a Última que Morre' tem uma argumento até instigante, mas se perde em uma sucessão de gags televisivas de mau gosto

porPaulo Camargo
4 de setembro de 2015
em Cinema
A A
a_esperanca_ultima_morre_filme

Imagem: Divulgação.

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Qual é o pior filme do ano nesta semana? O páreo é duro, mas a comédia brasileira A Esperança É a Última que Morre, de Calvito Leal (do documentário Ninguém Sabe o Duro Que Dei), tem fortes chances de vencer a disputa. Embora sua premissa seja até interessante, a necessidade de encadear gags, fazer graça aos moldes televisivos, e não cinema, põem tudo a perder.

A comediante Dani Calabresa arrisca-se em um papel promissor: Hortência, repórter de uma modesta emissora do interior que sonha em ascender, chegar à bancada do telejornal local, mas tem de se contentar com reportagens pífias sobre assuntos pelos quais ninguém se interessa. Nem mesmo seus chefes.

Tudo muda quando a atual âncora, Vivian (Adriana Garambone), recebe a notícia que será dispensada por excesso de idade – ela não tem mais de 40 anos – e sua vaga será ocupada pela jornalista que apresentar as matérias que atraírem maior audiência. Hortência tem nas mãos uma grande pauta: ela descobre, por meio de dois funcionários do Instituto Médico Legal (IML), que sua cidade tem o menor número de homicídios e mortes por causas violentas de todo o país.

Nas mãos de um roteirista mais inspirado e de um diretor inventivo, A Esperança É a Último Que Morre poderia ter rendido um filme aceitável, mas a busca pelo riso fácil, no melhor estilo Zorra Total, faz a receita desandar.

Acontece que sua ideia é roubada por outra jornalista, a ambiciosa Vanessa (a paranaense Katiuscy Canoro), e Hortência resolve, com a ajuda de Eric (Danton Mello) e Ramon (Rodrigo Sant’Anna), seus camaradas do IML, encenar uma série de assassinatos que teriam sido cometidos por um serial killer, obcecado por provérbios populares. Em pouco tempo, a repórter se torna uma estrela por conta da cobertura dos misteriosos crimes falsos. Mas Vanessa decide arrombar sua festa.

Nas mãos de um roteirista mais inspirado e de um diretor inventivo, A Esperança É a Último Que Morre poderia ter rendido um filme aceitável, mas a busca pelo riso fácil, no melhor estilo Zorra Total, faz a receita desandar vergonhosamente: a produção é um torturante exercício de mau gosto. Sua única cena realmente engraçada é quando Ramon, que sonhava em trabalhar em cinema de horror e ficção científica, diz que o cinema nacional que faz sucesso de público no país são as comédias. Metalinguagem total e dura realidade.

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Tags: A Esperança É a Última Que MorreCalvito LealCinemacomédiaCrítica de CinemaDani CalabresaDanton MelloRodrigo Sant'Anna

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