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Porchat, Record e preservação histórica

Por que entrevistar contratados e ex-contratados no ‘Programa do Porchat’, para celebrar seus 65 anos, foi uma tacada de mestre da Record?

porMatheus Urbano
23 de setembro de 2018
em Televisão
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A apresentadora Cátia Fonseca ao lado de Fábio Porchat: programa de entrevistas celebrou a história da TV Record

A apresentadora Cátia Fonseca ao lado de Fábio Porchat: programa de entrevistas celebrou a história da TV Record. Imagem: Divulgação.

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No dia 27 de setembro, a Rede Record comemora seus 65 anos de operação. Criada por Paulo Machado de Carvalho, é a mais longeva rede de televisão em atividade no Brasil desde 1980, com a extinção da TV Tupi (primeira rede de televisão do Brasil e uma das primeiras da América Latina). Apesar de grandes produções que ficaram marcadas em seu inicio, como Festivais de Música e o clássico humorístico Família Trapo, perdeu o fôlego na década de 1970. Algo que se agravou quando Silvio Santos comprou 50% de suas ações. Com isso, a Record, que chegava à liderança em tempos de outrora, caminhava para o final dos anos 1980 completamente liquidada e combalida.

Eis que Edir Macedo choca a população ao comprar a emissora tradicional em 1990. Logo, é dado o pontapé inicial no projeto “Rede Record”, que começava com a geradora em São Paulo e, dentre suas afiliadas, a mais forte sendo a Rede OM Paraná (hoje a geradora da Rede CNT). Desde então, o processo de expansão foi talvez o mais notável, tanto que a Record é a única que só cresceu nos últimos 20 anos e, dessa época em diante, talvez tenha acumulado mais sucessos do que jamais se imaginaria.

Dedicar um mês à celebração de sua história, não só da sua, mas a da própria televisão brasileira, é uma iniciativa louvável.

Isso, em grande parte se deve à forma com que se colocou na TV aberta. A Record conseguiu, em pouco tempo, deixar sua marca na televisão brasileira através de programas de auditório como Raul Gil, programas femininos como os de Ana Maria Braga e até os infantis com a chegada de Eliana ao vasto time de celebridades. A entrada de Ratinho, também vale ressaltar, talvez fosse uma das mais relevantes por trazer ao canal a liderança de audiência e uma relevância que embaralhou os números desde então. A Band e a Cultura, que, até então, disputavam o terceiro lugar, foram relegadas ao quarto e quinto lugares, respectivamente.

Por sua história tão singular, a forma com a qual a emissora escolheu fazer essa “auto-homenagem” talvez tenha sido uma das saídas mais interessantes: chamou todos os seus contratados e ex-contratados para dar uma entrevista relembrando seus momentos na emissora no principal talk show da casa, o Programa do Porchat. Durante um mês inteiro, toda sorte de história antes, durante e depois de suas contratações foi abordada no programa de uma maneira divertida e, até mesmo, necessária.

Dedicar um mês à celebração de sua história, não só da sua, mas a da própria televisão brasileira, em um país que deixou que seu Museu de História Nacional ficasse completamente em chamas, é uma iniciativa louvável. É dar à história aquela importância que ela tem e precisa, em uma estratégia que beneficia não só a Record, ao reforçar sua importância no cenário nacional, mas também beneficia o talk show de Porchat, que há muito não recebia convidados tão interessantes. Que a Record saia mais fortalecida desse episódio, apesar de algumas faltas sentidas.

Tags: Ana Maria Bragacatia fonsecaElianaPorchatRatinhoRecordrecord 65 anosXuxa

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