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Força de ‘Gotham’ é tirar Batman dos holofotes

‘Gotham’ tem acertado ao colocar no centro da narrativa os eternos coadjuvantes do Homem-Morcego.

porAlejandro Mercado
25 de setembro de 2017
em Televisão
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Força de ‘Gotham’ é tirar Batman dos holofotes

Imagem: Reprodução.

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Gotham acaba de retornar para a quarta temporada. Uma das grandes apostas da FOX, a série ainda é alvo de críticas dos fãs do Homem-Morcego. Baseada em personagens da franquia Batman, especialmente o detetive James Gordon e Bruce Wayne, o Batman, a série foi concebida para narrar o passado do jovem Gordon (Ben McKenzie), antes dele se tornar o detetive que conhecemos nas histórias do Homem-Morcego.

Aos poucos, a equipe de Bruno Heller, criador da série, precisou incluir com mais ênfase o personagem de Bruce Wayne (David Mazouz), bem como vilões icônicos como Pinguim, Charada, Mulher-Gato, Duas-Caras, de modo a acalmar os ânimos da audiência e dar fôlego ao show, afinal de contas narrar a história de James Gordon sem oferecer o pano de fundo para o surgimento de Batman e seus antagonistas não faria muito sentido – além do que, o futuro detetive por si só parecia pouco interessante.

Contudo, um dos pontos interessantes em Gotham, além do ar sombrio emprestado da estética noir, é justamente o estudo de personagem feito para o personagem de Ben McKenzie. Ainda que o ator famoso pelo seriado teen The O.C. tenha lá suas limitações, Gordon é, tal qual uma cebola, cheio de camadas. Gotham City é uma cidade extremamente corrupta, na qual tanto a polícia quanto a população são reflexos do ambiente. Neste contexto, o detetive aparece precisando transitar sob a dicotomia de ser honesto ou ser eficaz, já que ambas parecem pouco prováveis de caminharem juntas.

Contudo, um dos pontos interessantes em Gotham, além do ar sombrio emprestado da estética noir, é justamente o estudo de personagem feito para o personagem de Ben McKenzie.

Se Heller cedeu ao público apresentando tanto o jovem Bruce quanto os vilões, ele acertou ao fazer isso da mesma forma que com James Gordon: em pílulas. O produtor e sua equipe de roteiristas foram inteligentes em construir a rotina que moldou o caráter do super-herói e do detetive da mesma forma que soube conduzir o surgimento dos vilões, ampliando suas histórias mais do que os filmes já haviam feito – mas tudo com uma boa dose de licença poética, diga-se de passagem.

Para deleite dos fãs, a quarta temporada de Gotham oferece ainda mais vilões enquanto guia seus personagens para um lado cada vez mais sombrio. Não fosse suficiente, dá a entender que o surgimento do Homem-Morcego está cada vez mais próximo, já que o jovem Bruce Wayne passa a adotar uma identidade secreta para atuar como um vigilante.

Nas palavras do produtor executivo da série, John Stephens, ainda que Gotham não deva mostrar a transformação completa de Wayne em Batman, ela é importante para esmiuçar o que o motivou a defender Gotham City – e que, obviamente, transcende o assassinato de seus pais. “A maior motivação dele é saber que Ra’s al Ghul está solto, possivelmente em Gotham. […] Isso começa a fazer Bruce pensar ‘ei, talvez essa seja a trajetória correta para eu seguir’.” Sobre não mostrar a transformação de Bruce em Batman na série, Stephens disse que queriam “que ele fizesse coisas que o público pudesse identificar” de onde o Batman veio, mas sem necessariamente explicitar isso no seriado.

Até aqui, a série já demonstrou que é capaz de ser interessante tirando Batman do centro da narrativa, dando espaço para que seus eternos coadjuvantes brilhem – vai dizer que você nunca achou um dos vilões o mínimo interessante sequer? Também é importante salientar que várias fases dos quadrinhos são constantemente visitadas em Gotham, o que, a meu ver, é outro acerto de Heller. Resta saber o que a quarta temporada nos proporcionará.

Tags: BatmanBen McKenzieDavid MazouzFoxGothamHomem-MorcegoResenhaSeriadoSeriadosSérieSéries

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