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‘A Entidade 2’ simplesmente não dá medo

'A Entidade 2' apresenta poucos recursos criativos, recorrendo às técnicas exauridas do cinema de terror sem, no entanto, conseguir causar medo.

porAlejandro Mercado
3 de setembro de 2015
em Cinema
A A
Resenha Crítica de A Entidade 2

Imagem: Divulgação.

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Depois de uma semana com estreia de A Corrente do Mal (leia crítica aqui), fica difícil encontrar o que falar a respeito de A Entidade 2, filme que estreia hoje nos cinemas. A pretensa sequência do longa-metragem A Entidade (2012), que tinha no elenco Ethan Hawke, chega ao Brasil recorrendo ao que o cinema de terror já utilizou com tanta frequência que mal consegue dar medo.

O filme conta a história de Courtney, uma mãe solteira que se muda com seus filhos gêmeos para a área rural de uma pequena cidade. Não seria nada demais se esta mesma casa não tivesse sido palco de estranhos acontecimentos. Clichê, certo? E não para por aí. O filme recorre a muitos movimentos bruscos na câmera, além de uma trilha sonora intermitente, como querendo criar um ambiente pavoroso e… não dá certo.

Encontramos pouco do primeiro filme em A Entidade 2, sendo que a grande referência é a entidade maligna – conhecida como Bughuul, uma antiga divindade pagã da Babilônia que consome as almas das crianças, versão do que conhecemos como Bicho Papão. O único personagem que retorna nesta sequência é So & So, vivido por James Ransone.

A Entidade 2 talvez atraia os ávidos por cinema de terror entretenimento.

Seu personagem não acrescenta nada a narrativa e sua atuação beira o sofrível, principalmente por não ter um roteiro que permita muita coisa ao ator, diga-se de passagem. O grande problema é que, sem Ethan Hawke, Ransone parece assumir o papel de fio condutor entre o primeiro e o segundo filme sem, no entanto, lhe oferecerem um personagem bem desenvolvido.

A Entidade 2 talvez atraia os ávidos por cinema de terror entretenimento ou, então, quem tenha se animado com o primeiro filme que, com baixo orçamento e contando com Hawke no elenco, conseguiu arrecadar mais de US$ 77 milhões no mundo todo.

Fica a tristeza por (mais uma vez) ver como o lado comercial pesa nas decisões de escolha por quais histórias se tornarão películas. Particularmente, prefiro novas premissas – ou o bom uso das já existentes – ao investimento na criação e franquias que, queiram ou não, não agregam nada à história do cinema de terror.

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Tags: A Entidade 2Ciarán FoyCinemaCrítica CinematográficaCrítica de CinemaFilm Review

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