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Home Música

O garage punk redentor d’Os Savages

porAlejandro Mercado
29 de abril de 2015
em Música
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Escrever sobre a cena musical paranaense tem permitido que eu passe a conhecer (em função da busca por conteúdo para a coluna) bandas com um som incrível. Nesta semana eu falo sobre a curitibana Os Savages, trio formado por Babi Age (bateria), Gean Santos (guitarra) e Heitor Dolinski (baixo e vocal), que faz uma mescla do garage dos anos 60 com pitadas do bom e velho punk.

A banda possui uma demo com 6 faixas, lançada em 2013 e disponível para audição no Spotify. As linhas de guitarra guiadas por Gean Santos mantêm-se em constante equilíbrio, desafiando nossos ouvidos a captarem a energia desprendida em cada palhetada. A dupla composta pelo baixo/ bateria que – creiam em mim – são o fio condutor da qualidade de qualquer banda, independente do gênero, é bem afiada, o que torna ainda mais gratificante poder escrever sobre Os Savages.

Power trios (grupos formados por guitarra, baixo e bateria) costumam justamente serem avaliados por sua homogenia (ou pela ausência desta). A empunhadura musical do grupo está na presença desta característica, não havendo um músico que destoe na demo, permitindo que a banda apresente uma sonoridade bem característica do garage. É bem perceptível as influências do grupo, em especial em The Remains (ou Barry and The Remains para alguns).

É quase impossível ouvir a banda e não sentir-se motivado a pular muito. Resumo da ópera: dance, mesmo sem saber dançar.

Diferente de muitos artistas que optam por cantar em inglês, Os Savages cantam em português. Isto causa mais empatia ainda, afinal, fica muito mais fácil cantar, balançar a cabeça e derramar cerveja no amigo do lado. Sim, derramar cerveja porque é quase impossível ouvir a banda e não sentir-se motivado a pular muito. Resumo da ópera: dance, mesmo sem saber dançar.

A introdução de “Seu Guarda” e a linha de baixo em “Não Tenho Amigos” garantem os pontos altos do disco, mesmo que talvez seja arriscado não colocar o conjunto da obra como ápice.

Eles, que têm feito alguns shows pela cidade (tocaram no 92 Graus com a Cavernoso Viñon no último sábado), costumam utilizar suas apresentações ao vivo para “prestarem contas” com novas composições, como “Visão Turva” e “Ódio”, apenas para deixar claro a nós que há muitas cartas na manga.

Com vocês, a íntegra da demo d’Os Savages.

Tags: 92 Graus The Underground PubBandas CuritibanasCríticaCrítica MusicalCuritibagaragegarage punkMúsicaMúsica Curitibanamúsica paranaenseOs SavagesParanáThe Remains

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