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Blocos tradicionais denunciam o sufocamento do Carnaval de Rua de São Paulo

Pelo terceiro ano consecutivo, blocos tradicionais de Carnaval de São Paulo afirmam que há má vontade política da Prefeitura com a festa de rua e valorização apenas dos megablocos vindos de fora.

porMaura Martins
9 de fevereiro de 2026
em Reportagem
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Blocos de São Paulo fazem ato coletivo em defesa do Carnaval de Rua. Imagem: Frâncio de Holanda / Reprodução.

Blocos de São Paulo fazem ato coletivo em defesa do Carnaval de Rua. Imagem: Frâncio de Holanda / Reprodução.

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Há pelo menos dois anos, a gestão Ricardo Nunes tenta emplacar um rótulo na cidade de São Paulo: de que aqui ocorre o “maior Carnaval do Brasil”. A rivalidade subentendida no slogan, claro, é uma oposição com o Rio de Janeiro e com algumas cidades do Nordeste. Mas a competição se dá a partir daquilo em que São Paulo está sempre à frente de outras capitais: número de pessoas.

Por trás desse marketing, esconde-se uma disputa cultural e política sobre o que de fato representa o Carnaval construído por séculos e produzido até hoje na maior cidade da América Latina. Por um lado, está a atual gestão, que promete um Carnaval de rua grandioso, com a presença de grandes artistas nacionais e internacionais, como Ivete Sangalo (pela primeira vez em São Paulo nesta época do ano), Léo Santana, Luisa Sonza e Calvin Harris. Por outro, segue a denúncia feita pelos blocos tradicionais da cidade quanto ao descaso da Prefeitura, uma vez que as políticas voltadas a esses grupos, de acordo com seus representantes, têm piorado a cada ano.

Há dois anos temos noticiado esse descontentamento dos blocos de rua. Em 2026, a situação se agrava com o estreitamento das verbas, dependência extrema de patrocinadores, mudanças de horários e discursos vindos do prefeito Ricardo Nunes dizendo que os blocos precisam ser empreendedores e não depender de recursos públicos. Escotilha ouviu todos os envolvidos para entender por que os blocos acreditam que, se a política da atual gestão for mantida, o Carnaval de rua de São Paulo será sufocado nos próximos anos.

A falta de diálogo com os blocos

Desfile do Bloco Pagu. Imagem: Divulgação.

Pelo terceiro ano em que a Escotilha cobre esse assunto, parece que há uma reclamação recorrente: a de que a atual gestão municipal não tem interesse em estabelecer pontes para ouvir os representantes dos blocos. Isso significa que as regras estipuladas para o Carnaval têm sido impostas de cima para baixo, sem espaço para questionamentos.

Essa é a posição de várias fontes ouvidas pela reportagem. Uma delas é José Cury Filho, coordenador do Fórum Aberto dos Blocos de Carnaval de São Paulo, que reúne cerca de 200 agremiações. Ele é bastante crítico à política estabelecida ao Carnaval na gestão Ricardo Nunes, a começar pelo fato de ela ter saído da Secretaria de Cultura e ter passado para a de Turismo.

“Até o ano de 2020, as gestões municipais se reuniam com os coletivos realmente representativos dos blocos para desenvolver as estratégias de ocupação da cidade, procurando mediar as questões mais complexas, como os setores da sociedade que são contra o Carnaval, ou o fluxo do transporte coletivo, o acesso viário livre para ambulâncias, etc. Existia uma Comissão Intersecretarial de Carnaval, e os blocos tinham assento nessa Comissão. Era validada no Diário Oficial, inclusive”, afirma Cury.

Esse diálogo teria se perdido a partir da gestão Ricardo Nunes e da secretária de cultura Aline Cardoso. Em 2023, o Carnaval passou para a Secretaria de Sub-Prefeituras e, em 2024, para a SPTuris. Isso obrigou os blocos a buscar alguma mediação com os vereadores, já que não a encontravam na própria Prefeitura.

Um destes interlocutores é o vereador Nabil Bonduki, que foi secretário de cultura de São Paulo na gestão de Fernando Haddad. Ouvido pela Escotilha, Bonduki conta que a gestão do Carnaval sempre foi complicada, pois envolve problemas estruturais, como o conflito entre os blocos e o funcionamento normal da cidade, pontos que são inevitáveis.

Mas ele destaca que as questões atuais são de ordem política. “O que está acontecendo é que a Prefeitura está transformando o Carnaval muito mais em um show onde vem blocos e artistas consagrados de fora da cidade do que naquela ideia original de fortalecê-lo surgido da comunidade e da manifestação espontânea das pessoas e coletivos dos bairros”, comenta.

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Para o vereador, o fato de o Carnaval estar alocado na Secretaria de Turismo é um sintoma dessa intenção política. “A Prefeitura, na verdade, está muito focada na ideia de grandes eventos. O que significa que o Carnaval está muito mais direcionado na atração de pessoas do que em gente o fazendo”, reitera.

José Cury lista ainda outras perdas que os blocos tiveram nos últimos anos. ”Havia um consenso de anos sobre os blocos tocarem até as 20 horas, e algumas exceções para poucas tradições noturnas. Estava escrito no Guia de Regras, que antes era consensual entre cidade e blocos. No Carnaval de 2024, o guia foi mudado unilateralmente, e perdemos uma hora de atividade. E em 2025, perdemos mais uma hora, no que resulta encerrar todas as atividades de Carnaval de Rua em SP às 18 horas”.

Especialista em Carnaval de São Paulo, o pesquisador Tadeu Kaçula aponta que a falta de seriedade com a festa de rua já vem de outras gestões, que não olhavam as organizações culturais como espaços de visibilidade econômica e social. Mas ele acredita que a gestão Nunes tem tensionado mais essa relação.

“Quando o prefeito declara na entrevista coletiva que não haverá mais investimento da gestão pública nos blocos de rua, está mandando um sinal claro que não é prioridade para a atual gestão investir no Carnaval de rua, embora ele tenha crescido de forma substancial. São mais de 600 blocos que precisam do olhar, do cuidado e sobretudo do investimento público para que possam apresentar seus trabalhos, seus desfiles e as ações que eles executam em seus territórios”, reitera Kaçula.

Dificuldade e “empreendedorismo” nos blocos

Formado por mulheres, Bloco Pagu celebra 10 anos de 2026. Imagem: Divulgação.

Em entrevista coletiva, o prefeito Ricardo Nunes causou indignação nos representantes ao dizer que prefere que a Prefeitura apoie mais blocos com menos dinheiro, e que eles deveriam ter seu “despertar de empreendedorismo”, ao invés de esperar tudo do governo.

A declaração provocou muitos questionamentos nos organizadores dos blocos, e há ainda a possibilidade de cancelamento de desfiles. Sargento Pimenta, bloco que homenageia os Beatles e que desfila em São Paulo desde 2013, anunciou o cancelamento de seu cortejo. Outros seguem ainda pendentes, mesmo às vésperas do Carnaval.

Os blocos contestam o financiamento a partir de dados da própria Prefeitura. São 627 blocos aprovados para desfile. A verba destinada aos blocos de rua é de R$ 2,5 milhões a ser dividido entre 100 blocos, o que significa R$ 25 mil para cada um. A previsão é que a festa retorne R$ 3,4 bilhões na economia local.

“Blocos normais não são uma empresa. Não visam lucro. E nem seria cultural um Carnaval pensado assim”.

José Cury Filho, coordenador do Fórum Aberto dos Blocos de Carnaval de São Paulo

Mariana Bastos é uma das fundadoras do bloco Pagu, que completa 10 anos em 2026, conta com 130 ritmistas mulheres e costuma atrair cerca de 300 mil pessoas. O bloco enfrentava chances de não desfilar até poucos dias do início do Carnaval, mas conseguiu negociar novos patrocinadores nos últimos momentos.

Ela também testemunha uma mudança grande no Carnaval de São Paulo por conta do seu crescimento. “Antes, os blocos tradicionais tinham uma visibilidade maior em relação ao que a gente enxergava como cultura local. Já hoje o Carnaval traz uma série de artistas consagrados, as marcas que antes eram patrocinadoras agora têm seus próprios blocos e até artistas internacionais”, afirma.

Tudo isso decorreria de uma falta de vontade política de compreender o novo cenário e pensar formas de salvar o Carnaval que é fruto da cultura tradicional local. “O que a gente tinha antes como cenário era uma disputa menor por esses mesmos recursos. Então, apesar de a gente ter esse fomento da Prefeitura de R$ 25 mil, isso abarca 100 blocos (sendo que temos mais de 630 em São Paulo). O edital também desconsidera o tamanho dos blocos”.

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Ela explica que um bloco que recebe cerca de 300 mil pessoas, como o Pagu, jamais conseguirá viabilizar um desfile com uma verba pequena, mas também não consegue disputar patrocínios com megablocos. Tadeu Kaçula ainda lembra que é preciso destacar que os blocos periféricos enfrentam dificuldades maiores: “Os centrais certamente trazem um público muito maior, tem visibilidade midiática, mas os blocos da periferia recebem praticamente nada de estrutura”, explica.

José Cury Filho é mais incisivo e categoriza as declarações do prefeito como “mau caratismo”, já que podem ser vistas como feitas por alguém que “não conhece o Carnaval, mas ele conhece”. Ele ilustra o argumento: “Blocos normais não são uma empresa. Não visam lucro. E nem seria cultural um Carnaval pensado assim. Só um exemplo de como é impossível um dos 400 blocos da periferia empreender: a pessoa vai no bar ou na loja local pedir um patrocínio. Quanto um comerciante local pode doar? R$ 500, R$ 1 mil? Quantos farão isso? Quanto custa um caminhão de som ruim? R$ 8 mil? Instrumentos, cachê de músicos, estandarte, cordeiros para envolver o caminhão, etc. Nunca vai dar”, conclui.

De acordo com os entrevistados ouvidos, a gestão aplicada pela Prefeitura segue uma lógica: a incompreensão da cultura ao associá-la à ideia do lucro. “Quando o prefeito diz que os blocos têm que ter empreendedorismo, no fundo o que ele está dizendo é que os blocos têm que entrar na lógica de mercado e conseguir recursos que não os públicos. O que a Prefeitura está patrocinando hoje é R$ 2,5 milhões, o que é insignificante, já que é para dividir em 100 blocos. Mas ela está gastando no mínimo R$ 70 milhões, fora limpeza e outros custos absorvidos pelos serviços que já existem. Ou seja, ela está dando quase nada”, reitera o vereador Nabil Bonduki.

O que pode melhorar para o Carnaval de rua em 2027?

Megabloco de Ivete Sangalo, no Ibirapuera, foi o primeiro grande evento do Carnaval de rua em 2026. Imagem: Sergio Barzaghi / SECOM.

A apuração da Escotilha deixa claro que há muitas solicitações feitas pelos representantes dos blocos para que as iniciativas tradicionais sejam valorizadas. A requisição principal, conforme já dito, parte da abertura do diálogo transparente com estes coletivos.

Como representante do Fórum Aberto dos Blocos de Carnaval de São Paulo, José Cury afirma que a mudança mais urgente é o “retorno do diálogo político construtivo com os Coletivos de Blocos, a transparência nos processos de execução e o reconhecimento de que a Cultura do Carnaval de Rua precisa de políticas públicas decentes”, para que todas as reivindicações expostas nesta reportagem possam ser debatidas.

Mariana Bastos, do bloco Pagu, reforça o pedido de Cury, e afirma que o grupo já ofereceu possibilidades em 2025 para a Prefeitura, como a diferenciação dos tamanhos dos blocos a ser considerado no edital, um aporte de recurso maior que seja proporcional ao que a festa entrega para a cidade, uma vez que ela movimenta cerca de R$ 3,5 bilhões, e algum tipo de recurso do evento que retorne para os blocos, retroalimentado do próprio Carnaval. “O que a gente está exigindo é uma vontade política maior, para poder preservar a cultura local de fato”, afirma.

“Quando o prefeito diz que os blocos têm que ter empreendedorismo, no fundo o que ele está dizendo é que os blocos têm que entrar na lógica de mercado e conseguir recursos que não os públicos”.

Nabil Bonduki, arquiteto e vereador

O retorno do recurso aos “operários” do Carnaval de rua é uma bandeira que faz sentido, de acordo com Tadeu Kaçula. Isso vai em oposição à visão de se pensar o bloco como um empreendedor, o que “mostra uma tentativa de tirar a responsabilidade da gestão pública de fomentar aquilo que inclusive faz parte da própria relação cultural que é orgânica da cidade”, comenta o pesquisador.

Entender o Carnaval de rua como cultura envolve também compreendê-lo como parte da vida econômica da cidade, gerando impactos no turismo, na rede hoteleira, e no emprego direto e indireto. “O Carnaval de São Paulo movimenta dinheiro para a cidade e ajuda a colocar dinheiro nos cofres públicos. Esse dinheiro pode sim ser revertido em aumento de recursos para esses blocos. A iniciativa privada não tem interesse em fomentá-los”.

Os blocos mais estruturados têm mais chances de encontrar alguma forma de financiamento. “Mas e os demais blocos, os que estão nas periferias, sem visibilidade, que não colocam um milhão de pessoas em seu desfile? Eles também devem ser contemplados, e a gestão pública tem a obrigação e o papel de patrociná-los”, finaliza Kaçula.

Um Carnaval – e uma cidade – para todos?

Prefeitura investe na bandeira do “maior Carnaval do Brasil”. Imagem: Reprodução.

Entre todas as fontes ouvidas pela reportagem, é consenso a percepção de ênfase da gestão Ricardo Nunes na cultura de “grandes eventos” – o que justificaria o slogan “Maior Carnaval do Brasil”. A Prefeitura de São Paulo prevê que 16,5 milhões de pessoas compareçam no Carnaval deste ano.

Mas o que pode estar por trás dessa agenda política? Nabil Bonduki enxerga aqui algo maior: o desejo de transformar São Paulo em uma grande plataforma de mega eventos com muito impacto para a população, mas sem ouvir as pessoas, tornando o espaço público em locais para eventos privados comerciais.

“Temos exemplos inacreditáveis, como a Prefeitura tentando aprovar uma regulamentação para eventos sem limite de ruídos. Isso vai contra todo um movimento que está ocorrendo na cidade hoje e que pode se virar contra os eventos culturais. Isso é muito ruim. O jeito que o Executivo está gerindo essas questões da cidade está fazendo com que se tenha manifestações contrárias à cultura, pois ela trata como se grandes shows fossem a única forma de manifestações culturais que São Paulo quer patrocinar”, comenta Bonduki.

“Nós temos uma gestão muito conservadora, que não olha para a manifestação carnavalesca de rua como algo inerente à cidade. Há uma dificuldade em entender isso e transformar isso como um dos principais trunfos e orgulhos de São Paulo”.

Tadeu Kaçula, pesquisador

O aspecto do direito à cidade também faz parte da discussão do Carnaval de rua, já que os blocos são submetidos a diversas regras que podem comprometer a espontaneidade inerente à festa. “O que a Prefeitura de São Paulo atualmente tem feito é cercar os espaços, deixando os lugares fechados, como o Anhangabaú, as áreas de desfile de Carnaval, privatizando a cidade”, afirma o vereador.

O cerceamento do direito à cidade também aparece na reflexão de Tadeu Kaçula, que pontua que essa é uma discussão pouco feita pelos munícipes. “Nós temos uma gestão muito conservadora, que não olha para a manifestação carnavalesca de rua como algo inerente à cidade. Há uma dificuldade em entender isso e transformar isso como um dos principais trunfos e orgulhos de São Paulo”, pontua.

O pesquisador lembra que o Carnaval descende de povos que ajudaram a construir a identidade sociocultural e econômica do país. “Quando se vê o sufocamento do Carnaval de rua, muitas vezes impedindo os blocos de utilizar as vias públicas, há algo muito seletivo, já que isso não acontece com os megablocos que vem de fora da cidade, com muito recurso financeiro”.

Ele lembra que os megablocos vindos de fora da cidade não têm o mesmo tratamento dos blocos locais. “Isso é algo que precisa ser problematizado. Precisa-se compreender que o direito à cidade, principalmente para quem a vive e a respira, seja na região central ou nas periferias, deve ser reivindicado”, pontua.

Nabil Bonduki acredita que explorar a bandeira do “maior Carnaval do Brasil” é “uma grande bobagem”. Já Tadeu Kaçula tem uma visão diferente: pensa que é importante vender esse imaginário de uma cidade cosmopolita, que acolhe todos os povos, que também é da festa, além do trabalho. “Para a política institucional, isso entra numa conta importante num período de eleição, por exemplo. Mas uma coisa é mostrar a imagem, fazer o discurso, e outra é ter isso consolidado para quem produz e vive o Carnaval”.

Os blocos, por outro lado, têm um sentimento de ter seu trabalho aproveitado sem receber uma contrapartida. “Quando você diz que os blocos tradicionais da cidade precisam despertar para o empreendedorismo, você está desconsiderando o esforço que esses blocos estão fazendo, sendo que são eles que construíram o Carnaval de São Paulo quando não existia Ricardo Nunes. Ele chegar na boca do gol e se gabar do maior Carnaval do Brasil é no mínimo uma falta de respeito com as pessoas que vieram antes”, finaliza Mariana Bastos.

O que diz a Prefeitura?

Consultada pela Escotilha sobre as questões expostas nesta reportagem, a Prefeitura de São Paulo enviou a seguinte nota: “A atual gestão foi a primeira na cidade a criar uma política exclusiva de fomento aos blocos de carnaval que, de forma bem-sucedida, tem destinado recursos para a realização da festa desde 2024. Neste ano, 100 blocos serão contemplados para receber um total de R$ 2,5 milhões. Como sempre aconteceu no carnaval de São Paulo, é de responsabilidade dos organizadores de blocos se viabilizarem economicamente para a festa por meio de patrocínio. Vale destacar que neste ano o número de blocos confirmados é recorde (627). A infraestrutura do Carnaval de Rua 2026 está projetada para atender integralmente, como em anos anteriores, à realização do maior Carnaval do Brasil. A gestão organizou uma operação integrada, envolvendo áreas como limpeza, segurança urbana, transporte, saúde, cultura, turismo e direitos humanos. Serão 58 mil agentes de segurança, 3,9 mil agentes de limpeza, além de profissionais envolvidos na operação de trânsito e saúde, entre outras ações da Prefeitura”.

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