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Falta a ‘G3r4ção Br4s1l’ o frescor de ‘Cheias de Charme’

Apesar da atualidade da temática, 'G3r4ção Br4s1l', pelo menos até o momento, não conseguiu repetir o frescor de 'Cheias de Charme'.

porPaulo Camargo
1 de junho de 2014
em Televisão
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Lázaro Ramos e Murilo Benício em 'G3r4ção Br4s1l', novela da Rede Globo

Lázaro Ramos e Murilo Benício em 'G3r4ção Br4s1l', novela da Rede Globo. Imagem: Reprodução.

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Uma das grandes sacadas da novela Cheias de Charme, sucesso de audiência no horário das 19 horas em 2012, foi dar protagonismo a três empregadas domésticas – vividas por Leandra Leal, Taís Araújo e Isabelle Drummond –, que da noite para o dia se tornavam estrelas da música pop.

Os autores novatos Filipe Miguez e Izabel de Oliveira, atentos à ascensão da classe C, e aproveitando o gancho da PEC das domésticas, criaram uma trama ágil, engraçada e cativante, com personagens muito carismáticos, como a histriônica cantora de tecnobrega Chayene (Cláudia Abreu) e as próprias protagonistas. Nada mais natural, portanto, que a dupla de autores não demorasse muito para emplacar uma nova trama, G3r4ção Br4s1l, no ar desde 5 de maio, também às 19 horas. Mais uma vez, Miguez e Isabel foram buscar na vida real um mote que sustentasse a novela. Os bastidores do mundo digital foram o tema escolhido.

Talvez lhe falte, principalmente, personagens carismáticos, com os quais o público se identifique de alguma forma.

O protagonista da trama é Jonas Marra (Murilo Benício), uma versão tupiniquim de Steve Jobs ou Bill Gates, que teria, na juventude, criado um modelo de computador pessoal de baixíssimo custo que lhe deu fama e fortuna, o levando a se mudar de mala e cuia para os Estados Unidos, onde construiu um grande império, ao lado da mulher, uma estrela de televisão chamada Pamela Parker Marra (de novo Cláudia Abreu). Para trás, deixou uma família no subúrbio do Rio de Janeiro, liderada pela mãe, Gláucia (Renata Sorrah), uma mulher gananciosa, que não se contenta em viver com uma mesada bem módica enviada todos os meses pelo filho magnata.

G3r4ção Br4s1l tem início quando Jonas decide voltar para o Brasil com o aparente motivo de tentar encontrar, em sua terra natal, aquele que será seu sucessor, já que ele não tem filhos, apenas uma enteada fútil e meio desmiolada, chamada Megan Lily (Isabelle Drummond), espelhada na errática ex-estrela teen Lindsay Lohan.

Apesar da atualidade da temática, a novela, pelo menos até o momento, não conseguiu repetir o frescor de Cheias de Charme, que conseguia misturar de forma mais orgânica ingredientes como comentário social, romantismo, paródia e comédia, uma das marcas registradas do horário.

Talvez lhe falte, principalmente, personagens carismáticos, com os quais o público se identifique de alguma forma: há o guru pós-moderno Brian Benson (Lázaro Ramos), filho da transexual Dorothy (o ótimo Luis Miranda); e a espalhafatosa Pamela Parker, com suas engraçadas confusões vocabulares e bolas foras culturais sobre o Brasil, mas ainda é pouco para fazer a novela decolar. Os elenco jovem, liderado por Humberto Carrão, que vive o hacker Davi, e Chandelly Braz, a Manu, outra fera da computação, é até interessante, mas suas subtramas não chegam a empolgar.

Tags: Chandelly BrazCheias de CharmeCláudia AbreuCríticaFilipe MiguezG3r4ção Br451lGeração BrasilHumberto CarrãoIsabelle DrummondIzabel de OliveiraLázaro RamosLeandra LealLuis MirandaMurilo BenícioRede GloboTaís AraújoteledramaturgiaTelevisãoTV

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