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‘Sessão de Terapia’ oferece diversas emoções

Suspense, romance, drama e até mesmo ação. É difícil acreditar que todos esses gêneros se misturem em uma série como 'Sessão de Terapia'.

porPaulo Camargo
31 de agosto de 2014
em Televisão
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Zé Carlos Machado, o terapeuta Theo, protagonista da série exibida pelo GNT.

Zé Carlos Machado, o terapeuta Theo, protagonista da série exibida pelo GNT.

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Suspense, romance, drama e até mesmo ação. É difícil acreditar que todos esses gêneros se misturem em uma série como Sessão de Terapia, cuja premissa básica é o verbo, o diálogo entre um psicólogo e seus pacientes dentro do ambiente restrito de seu consultório.

O que pode explicar essa capacidade que o programa tem de suscitar nos espectadores tantas sensações distintas, de transportá-los a instâncias tão diversas, apesar de os roteiros, na maior parte do tempo, se limitarem aos relatos dos personagens, seus fluxos emocionais, e as interpelações feitas pelo terapeuta?

As respostas são muitas, e se estendem desde o fascínio algo voyeur que temos pela vida dos outros até questões de ordem mais estética, relacionadas à consistência dos roteiros, que constroem situações muito verossímeis, a partir diálogos afiados, que aos poucos vão revelando os conflitos dos pacientes. Isso sem falar da direção no tom certo de Selton Mello, que consegue extrair tensão dramática da sobriedade inerente às circunstâncias retratadas.

É difícil acreditar que todos esses gêneros se misturem em uma série como Sessão de Terapia, cuja premissa básica é o verbo, o diálogo entre um psicólogo e seus pacientes dentro do ambiente restrito de seu consultório.

No terceiro ano da série, há quase um mês em cartaz no canal pago GNT, o psicoterapeuta Theo Cecatto (Zécarlos Machado), voltou a atender, depois de um afastamento voluntário que julgou ser necessário para decidir se deveria ou não continuar clinicando.

Esse retorno coincide com um golpe e tanto na sua vida pessoal: ele descobre que seu filho mais velho, Rafael (Johnnas Oliva), está envolvido com drogas e toma a difícil decisão de interná-lo, contrariando a opção pelo acolhimento em casa, que muito acreditam ser mais humana e eficaz.

Esse dilema, e a culpa de talvez não ter desempenhado a contento o papel de pai, acaba tendo um grande impacto na relação do terapeuta com um de seus pacientes nesta temporada. Diego (o ótimo ator gaúcho Ravel Andrade) é um jovem órfão de mãe, criado por uma governanta e que tenta, de todas as maneiras, atrair a atenção de um pai ausente e omisso, muito mais preocupado com a nova família, constituída após a morte da primeira esposa.

Antes um menino comportado, aplicado nos estudos, Rafael sai dos trilhos, e começa a beber, apresentando um comportamento errático. Ainda na tentativa de trazer o pai para perto de si. Mas não consegue. Theo, diante do sofrimento do rapaz, entra em crise: a empatia que sente por Diego extrapola os limites do profissional, e ele suspeita que esteja transferindo para o garoto a dor que está vivenciando com o próprio filho.

Outro ponto alto desta temporada é Bianca, personagem vivido pela atriz “mineira-curitibana” Letícia Sabatella, que está dando um show de interpretação. Vítima de um marido abusivo, ela aos poucos vai revelando ao terapeuta toda a tortura física e emocional a que vem se submetendo há anos, em nome de uma paixão de contornos masoquistas, e que parece esconder segredos ainda mais terríveis e que ainda não vieram à tona em uma série que não dá sinais de cansaço.

Tags: GNTJohnnas OlivaLetícia SabatellaRavel AndradeSeriadoSériesSessão de TerapiaTheo CecattoTVZécarlos Machado

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