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‘Presságios de um Crime’ constrói uma trama interessante e nada mais

Apesar de roteiro óbvio, 'Presságios de um Crime', dirigido pelo brasileiro Afonso Poyart e estrelado por Anthony Hopkins, é um thriller interessante.

porAlejandro Mercado
26 de fevereiro de 2016
em Cinema
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'Presságios de um Crime' constrói uma trama interessante e nada mais

Imagem: Reprodução.

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Othriller Presságios de um Crime, que estreou ontem nos cinemas brasileiros, é daqueles longas que nos prendem frente à tela, contudo, certamente se perderá ao longo dos anos.

O filme acompanha o trabalho de dois detetives do FBI: Joe Merriwether (Jeffrey Dean Morgan, da série Grey’s Anatomy) e Katherine Cowles (Abbie Cornish). A dupla está perseguindo um serial killer conhecido por matar suas vítimas com um objeto perfurante na nuca, sem nunca deixar vestígios na cena do crime. A única coisa que sempre encontram são cartas redigidas à máquina de escrever, porém, sem digitais.

Em virtude da ausência de provas, Joe acaba recorrendo a um amigo pessoal, o doutor John Clancy (Anthony Hopkins, incrível como de costume), um médium que vive isolado desde o falecimento de sua filha.

A relação de Clancy e Joe é de proximidade, já tendo trabalhado juntos anteriormente. Em contrapartida, Katherine é cética quanto ao trabalho do vidente, questionando desde o início sua participação na investigação.

As coisas começam a mudar um pouco de figura conforme John ajuda os policiais a entenderem a mente do assassino. O clímax chega quando a equipe descobre uma importante informação: o assassino também é vidente, e muito mais esperto que o personagem de Hopkins. Isso faz com que ele sempre esteja um passo à frente da equipe de investigação, exigindo atenção redobrada do FBI.

A sorte é que o trabalho de Poyart torna o filme alucinante, abusando de sequências em que a câmera é quase personagem.

Dirigido pelo brasileiro Afonso Poyart (de 2 Coelhos), Presságios de um Crime é um filme em que o conjunto direção alucinada / presença de Anthony Hopkins fazem toda diferença, principalmente por pequenas obviedades do roteiro. Essa macarrônica virada em que perseguidor e perseguido são videntes não acrescentou o “tempero” esperado, pelo contrário, chega a ser bizarro, tornando o filme menos crível do que já poderia ser.

A sorte é que o trabalho de Poyart torna o filme alucinante, abusando de sequências em que a câmera é quase personagem, de certa forma nos transportando para dentro da ação. Hopkins é outro que tira leite de pedra do roteiro, transformando um personagem frágil em locomotiva que impulsa o longa-metragem por suas quase duas horas de duração.

Ao final, as revelações e reviravoltas em Presságios de um Crime tornam o desfecho um tanto óbvio, mas não tiram nossos olhos do filme. Vale pela pipoca em um sábado à tarde, mas você rapidamente esquecerá que o assistiu, tal qual já esqueceu o que almoçou duas segundas-feiras atrás.

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Tags: Afonso Poyartanthony hopkinsCinemaCrítica CinematográficaFilm ReviewJeffrey Dean MorganMovie ReviewPresságios de um CrimeResenha

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