• Sobre
  • Apoie
  • Política de Privacidade
  • Contato
Escotilha
Sem Resultados
Veja Todos Resultados
  • Reportagem
  • Política
  • Cinema
  • Televisão
  • Literatura
  • Música
  • Teatro
  • Artes Visuais
  • Reportagem
  • Política
  • Cinema
  • Televisão
  • Literatura
  • Música
  • Teatro
  • Artes Visuais
Escotilha
Home Colunas Maternamente

‘Como eu cheguei aqui?’ mostra a teoria da evolução de um jeito divertido

Obra escrita e ilustrado por Philip Bunting, 'Como eu cheguei aqui?' apresenta a existência da criança perante o universo e a leitura se transforma em um monte de perguntas.

porTaiana Bubniak
17 de julho de 2020
em Maternamente
A A
A evolução pode ser vista de um jeito bem-humorado. Imagem: Reprodução.

A evolução pode ser vista de um jeito bem-humorado. Imagem: Reprodução.

Envie pelo WhatsAppCompartilhe no LinkedInCompartilhe no FacebookCompartilhe no Twitter

Ainda não tinha passado pela minha cabeça explicar conceitos tão profundos de ciências para as minhas pequenas filhas de 5 e 3 anos. Mas elas ganharam o Como Eu Cheguei Aqui, escrito e ilustrado por Philip Bunting e lançado no início deste ano pela Brinque-Book.

Mas, na leitura compartilhada deste livro, para elas se descortinou uma série de novos conceitos: surgimento do universo, evolução das espécies, o conceito de que elas já foram uma célula e se desenvolveram dentro da barriga da mãe, respeito às diferenças e noções de causa e efeito.

Imagem: Reprodução.

O livro é denso, bastante informativo. Mas o autor consegue tratar o assunto de forma divertida e as ilustrações são valiosas. As páginas contam sobre o Big Bang, a formação dos planetas, sobre como passamos de criaturas aquáticas para terrestres, passando pelos dinossauros (que não, NÃO conviveram com os humanos) e chegando no momento em que alguma espécie de macaco passou por transformações até chegar no ser humano.

E interliga essa noção mais global com outro pequeno big bang e outra pequena evolução: a do nascimento de uma criança, que é feita de partículas que existem desde o primeiro e oficial Big Bang. E ainda, com graça, traz pinceladas de ecologia e reitera o conceito de que todos somos uma coisa só, estamos no mesmo planeta e que, por isso, todos devemos cuidar dele.

A obra coloca em perspectiva a existência da criança perante o universo e a conecta com ele. O leitor é o próprio personagem e a obra proporciona vários questionamentos nas crianças. A obra é indicada para crianças a partir de 4 anos (leitura compartilhada) e entre 5 e 8 para que a criança leia sozinho.

A obra coloca em perspectiva a existência da criança perante o universo e a conecta com ele.

Aqui, as leituras do livro, em geral, nunca terminam. As crianças viajam nos conceitos, nas perguntas, nas ilustrações e para elas, muito pequenas, ainda é complexo manter o foco sendo apresentadas a tantos novos conceitos. Em 90% dos dias, nas brincadeiras cotidianas, escuto elas reproduzindo alguns trechos do livro. “Sim, a gente é mulher da caverna agora”, “Não precisa ter medo, não tem dinossauro aqui”…

Outras crianças, mais velhas, que foram apresentadas à obra, ficaram confusas com relação a outras narrativas sobre o surgimento do universo que tinham acesso, como a velha e (nem tão) boa alegoria de Adão e Eva. Isso apenas reforçou a importância da obra: vamos ensinar ciência às crianças.

COMO EU CHEGUEI AQUI? | Philip Bunting

Editora: Brinque-Book;
Tradução: Gilda de Aquino;
Tamanho: 36 págs.;
Lançamento: Março, 2020.

Compre o livro e ajude a Escotilha

link para a página do facebook do portal de jornalismo cultural a escotilha

Tags: a terra é redondaBrinque-BookBrinquebookciênciacomo eu cheguei aquiLeia para Uma CriançaLiteratura InfantilLivrolivros para criançasPhilip Buntingteoria da evolução

VEJA TAMBÉM

Literatura indígena para crianças
Maternamente

Literatura indígena para crianças

30 de abril de 2021
'Soul', animação disponível na Disney+
Maternamente

‘Soul’ fala da morte com leveza

23 de abril de 2021

FIQUE POR DENTRO

O escritor sul-africano J.M. Coetzee, vencedor do Nobel de Literatura. Imagem: Divulgação.

Em ‘O Polonês’, Coetzee faz da paixão um ensaio sobre a morte

13 de fevereiro de 2026
Sigrid Nunez com seu gato durante a década de 1980. Imagem: Reprodução.

Sigrid Nunez dá voz à macaquinha de Virginia Woolf em biografia ficcional

11 de fevereiro de 2026
Eva Victor escreveu, dirigiu e interpretou em 'Sorry, Baby'. Imagem: Tango Entertainment / Divulgação.

Delicado, ‘Sorry, Baby’ se recusa a espetacularizar o trauma

10 de fevereiro de 2026
Blocos de São Paulo fazem ato coletivo em defesa do Carnaval de Rua. Imagem: Frâncio de Holanda / Reprodução.

Blocos tradicionais denunciam o sufocamento do Carnaval de Rua de São Paulo

9 de fevereiro de 2026
Instagram Twitter Facebook YouTube TikTok
Escotilha

  • Sobre
  • Apoie
  • Política de Privacidade
  • Contato
  • Agenda
  • Artes Visuais
  • Colunas
  • Cinema
  • Entrevistas
  • Literatura
  • Crônicas
  • Música
  • Teatro
  • Política
  • Reportagem
  • Televisão

© 2015-2023 Escotilha - Cultura, diálogo e informação.

Sem Resultados
Veja Todos Resultados
  • Reportagem
  • Política
  • Cinema
  • Televisão
  • Literatura
  • Música
  • Teatro
  • Artes Visuais
  • Sobre a Escotilha
  • Contato

© 2015-2023 Escotilha - Cultura, diálogo e informação.