• Sobre
  • Apoie
  • Política de Privacidade
  • Contato
Escotilha
Sem Resultados
Veja Todos Resultados
  • Reportagem
  • Política
  • Cinema
  • Televisão
  • Literatura
  • Música
  • Teatro
  • Artes Visuais
  • Reportagem
  • Política
  • Cinema
  • Televisão
  • Literatura
  • Música
  • Teatro
  • Artes Visuais
Escotilha
Home Teatro

‘Enquanto a Chuva Cai’: teatro em inclusão

porLeticia Queiroz
1 de outubro de 2018
em Teatro
A A
Envie pelo WhatsAppCompartilhe no LinkedInCompartilhe no FacebookCompartilhe no Twitter

Após dois anos da estreia de Enquanto a Chuva Cai, o espetáculo da Companhia Fluctissonante voltou em cartaz, em Curitiba. A peça, interpretada em Libras e Língua Portuguesa, teve entrada gratuita e ficou em curta temporada até ontem, no Auditório Antônio Carlos Kraide (Portão Cultural).

De um lado, uma personagem que sinaliza suas expressões, através da linguagem de sinais, e de outro, um personagem que se conecta, utilizando a língua portuguesa. Sobre relações, inclusão, diferenças e o valor de uma amizade, o trabalho também é uma homenagem à atriz e diretora paranaense, Claudete Pereira Jorge.

Claudete dedicou 40 anos de sua trajetória às artes. Foi atriz, produtora e diretora. Considerada como uma das artistas paranaenses mais respeitadas, recebeu o Prêmio Gralha Azul como melhor atriz por duas vezes, em montagens cênicas dirigidas por Marcelo Marchioro.

Aliando arte e inclusão, Enquanto a Chuva Cai é uma peça para todas as faixas etárias, livre de censuras. O espetáculo reúne o público surdo e ouvinte ao contar a história de duas crianças que se encontram em uma casa velha, no contexto de uma guerra.

Sobre relações, inclusão, diferenças e o valor de uma amizade, o trabalho também é uma homenagem à atriz e diretora paranaense, Claudete Pereira Jorge.

A peça estreou em 2016, no Festival de Curitiba, e já apresentou curta temporada no Mini Auditório do Teatro Guaíra. Neste ano, já circulou por sete cidades de Santa Catarina. Marcado pela delicadeza de gestos e expressões, a montagem cênica revela uma barreira linguística entre dois personagens, que é descartada ao longo do espetáculo.

Após a sessão do domingo, 23, a companhia fez um bate-papo com o público. Segundo o grupo, a intenção é juntar o surdo e o ouvinte na mesma plateia, e divulgar as libras para os ouvintes. A paixão pela Língua de Sinais e o desafio de trabalhar todas as composições sonoras do teatro, como música e voz, para um trabalho que se conectasse com libras, também foram mencionadas pela companhia. “Eu gostei muito, achei que a integração entre surdos e ouvintes na peça tanto para o público, quanto na encenação dos atores no palco, foi muito interessante”, revelou Clóvis Dallegrave Júnior, que esteve na sessão.

Segundo Helena de Jorge Portela, que também integra a Fluctissonante, o processo de construção da montagem cênica, com ensaios e cenário, durou cerca de dois meses. “Foi um trabalho colaborativo, onde meu pai (Nautilio Portela) dava palpites, assim como a minha mãe (Claudete Pereira Jorge). Fomos construindo esse espetáculo aos poucos, sem dinheiro nenhum, mas com uma grande ideia. Começamos a trazer coisas de casa mesmo e começamos a montar o cenário de acordo com aquilo que tínhamos imaginado”, contou Helena.

A atriz relatou ainda que Enquanto a Chuva Cai marca um trabalho importante na trajetória da companhia, além de aproximar uma causa importante com o teatro e as artes. “Eu acho que esse trabalho fez com que a gente percebesse que nossa ideia realmente deu certo, e que é muito bom aproximar a cultura surda do teatro. A libras é muito expressiva, completamente teatral, é muito fácil de colocar em cena. Além disso, abrir essa porta foi muito legal, gostamos tanto que logo em seguida a gente já começou pensar e montar outros espetáculos. Estamos em fase de captação com uma peça bilíngue (Libras e Português) com acessibilidade para cegos”.

link para a página do facebook do portal de jornalismo cultural a escotilha

Tags: Claudete Pereira JorgeCompanhia FluctissonanteCrítica TeatralEnquanto a chuva caiHelena PortelaPortão CulturalResenhaTeatro

VEJA TAMBÉM

Espetáculo celebra 25 anos da companhia curitibana. Imagem: Ethel Braga / Divulgação.
Teatro

‘História’ traz memória como campo de batalha

12 de junho de 2026
Milla Fernandez é autora e estrela em 'TIP
 (Antes que me Queimem Eu Mesma me Atiro no Fogo)'. Imagem: Divulgação.
Teatro

‘TIP’: retrato vivo de uma atriz em chamas

8 de junho de 2026

FIQUE POR DENTRO

Jamie Bell e Richard Gadd em 'Pela Metade'. Imagem: BBC Studios / Divulgação.

Repressão, masculinidade tóxica e o peso do desejo em ‘Pela Metade’

3 de julho de 2026
Zendaya e Robert Pattinson estrelam nova produção da A24. Imagem: A24 / Divulgação.

‘O Drama’ é um dos filmes mais provocativos do ano

23 de junho de 2026
A jornalista inglesa Sophie Gilbert. Imagem: Urszula Soltys / Divulgação.

‘Garota sobre Garota’ mostra como a cultura pop traiu as mulheres nos anos 2000

18 de junho de 2026
'E.T.: Edu e Tatá': encontro de titãs. Imagem: Multishow / Divulgação.

‘E.T.: Edu e Tatá’ recupera a tradição do humor nonsense brasileiro

17 de junho de 2026
Instagram Twitter Facebook YouTube TikTok
Escotilha

  • Sobre
  • Apoie
  • Política de Privacidade
  • Contato
  • Agenda
  • Artes Visuais
  • Colunas
  • Cinema
  • Entrevistas
  • Literatura
  • Crônicas
  • Música
  • Teatro
  • Política
  • Reportagem
  • Televisão

© 2015-2023 Escotilha - Cultura, diálogo e informação.

Sem Resultados
Veja Todos Resultados
  • Reportagem
  • Política
  • Cinema
  • Televisão
  • Literatura
  • Música
  • Teatro
  • Artes Visuais
  • Sobre a Escotilha
  • Contato

© 2015-2023 Escotilha - Cultura, diálogo e informação.