• Sobre
  • Apoie
  • Política de Privacidade
  • Contato
Escotilha
Sem Resultados
Veja Todos Resultados
  • Reportagem
  • Política
  • Cinema
  • Televisão
  • Literatura
  • Música
  • Teatro
  • Artes Visuais
  • Reportagem
  • Política
  • Cinema
  • Televisão
  • Literatura
  • Música
  • Teatro
  • Artes Visuais
Escotilha
Home Televisão

‘Loki’: chegou a vez dos vilões na Marvel?

Série 'Loki', da Disney +, tirou de cena os heróis para dar protagonismo a um personagem bem mais interessante.

porThais Porsch
29 de julho de 2021
em Televisão
A A
'Loki', da Disney+

Série Loki "revive" o personagem que morreu em 'Vingadores: Guerra Infinita'. Imagem: Reprodução.

Envie pelo WhatsAppCompartilhe no LinkedInCompartilhe no FacebookCompartilhe no Twitter

Em 2021 deu-se início às produções da Marvel em formato seriado. WandaVision estreou em janeiro, inovando no formato, e Falcão e o Soldado Invernal chegou em março sem fazer muito alarde. Agora, é a vez de Loki.

Cada uma das séries da Marvel — das vistas até agora— abre caminho para o que o estúdio vai apresentar em seguida. Afinal, elas existem em uma continuidade. Nesse caso, elas vão abrir as portas para o longa-metragem Doutor Estranho no Multiverso da Loucura, previsto para 2022. As produções seriadas do estúdio também se assemelham por não ter um showrunner, apenas roteiristas e diretores. É como se elas fossem um grande filme dividido em seis ou dez partes.

Porém, o que de mais relevante temos visto com as séries é uma guinada para o lado dos vilões. A nova fase da Marvel pega carona na fórmula dos recentes longas da Disney, que transformaram vilãs clássicas, como Malévola e Cruella, em anti-heroínas.

Loki (Tom Hiddleston) é a maior prova de que personagens imperfeitos são os melhores.

Loki (Tom Hiddleston) é a maior prova de que personagens imperfeitos são os melhores. E a verdade é que heróis, cheios de moralidade e ego já estão saturados – sem falar que são bem mais entediantes.

Em WandaVision, já começamos a perceber como a Marvel vem explorando a dualidade de seus personagens. Wanda, a Feiticeira Escarlate, se negando a sofrer uma perda, tenta imoralmente controlar a realidade.

No primeiro episódio de Loki, já é possível perceber que o Deus da Trapaça, como é conhecido, muitas vezes age de acordo com os padrões que se espera dele, mas não da forma que realmente deseja. A série, além de abordar muitos conceitos de viagem temporal, nos revela uma outra faceta do personagem que está condenado a nunca triunfar.

Loki é um outsider, um manipulador que faz escolhas erradas pelos motivos que acha certo. Seu sarcasmo e humor ácido é usado com destreza, mas muitas vezes para camuflar suas fragilidades e insegurança. Aproveitando o gancho de viagem no tempo e espaço, a série brinca com múltiplas personalidades de “Lokis” para atribuir complexidade ao personagem. O próprio protagonista se surpreende ao descobrir que há piores versões dele fora de sua linha temporal.

Ficou evidente em Loki que a maior vantagem de se trabalhar com anti-heróis é a possibilidade de acompanhar sua evolução: criamos empatia e, principalmente, percebemos que o mundo não é apenas preto e branco – algo que os filmes de super-herói insistem em reproduzir.

O mais recente experimento da Marvel veio para mostrar que o mundo é cinza. E que a perfeição é chata. Loki não é uma pessoa boa, mas é um bom personagem. Aguardamos sua volta na segunda temporada.

Tags: anti-heróiCrítica de SériesDisneyLokiMarvelMCUResenhaResenha de SériesReviewSeriadosSériesTom HiddlestonTV Reviewvilões

VEJA TAMBÉM

Claire Danes e Jared Leto em 'My So-Called Life'. Imagem: ABC Productions / Divulgação.
Televisão

‘My So-Called Life’: a série adolescente perfeita que parece nunca ter existido

25 de fevereiro de 2026
A menor de idade Eloá Pimentel, vítima de um sequestro aos 15 anos. Imagem: Reprodução.
Televisão

‘Caso Eloá: Refém ao Vivo’ revisita um dos piores circos montados pela imprensa brasileira

23 de fevereiro de 2026
Please login to join discussion

FIQUE POR DENTRO

Howard Zinn em Nova York, 2008. Imagem: Marc Dalio / Reprodução.

‘A bomba’ revisita Hiroshima para expor a engrenagem moral da guerra moderna

4 de março de 2026
A escritora Manoela Sawitzki. Imagem: Omar Salomão / Divulgação.

Em ‘Filha’, Manoela Sawitzki expõe as feridas na relação entre pai e filha

4 de março de 2026
Josh O'Connor e Paul Mescal dão vida aos personagens da história criada por Ben Shattuck. Imagem: Film4 / Divulgação.

‘A História do Som’ transforma silêncio e música em gesto de amor contido

3 de março de 2026
Autora tem provocado intensos debates na esquerda francesa com sua obra. Imagem: Reprodução.

‘Fazer justiça’ analisa o avanço do punitivismo dentro dos movimentos progressistas

2 de março de 2026
Instagram Twitter Facebook YouTube TikTok
Escotilha

  • Sobre
  • Apoie
  • Política de Privacidade
  • Contato
  • Agenda
  • Artes Visuais
  • Colunas
  • Cinema
  • Entrevistas
  • Literatura
  • Crônicas
  • Música
  • Teatro
  • Política
  • Reportagem
  • Televisão

© 2015-2023 Escotilha - Cultura, diálogo e informação.

Sem Resultados
Veja Todos Resultados
  • Reportagem
  • Política
  • Cinema
  • Televisão
  • Literatura
  • Música
  • Teatro
  • Artes Visuais
  • Sobre a Escotilha
  • Contato

© 2015-2023 Escotilha - Cultura, diálogo e informação.