• Sobre
  • Apoie
  • Política de Privacidade
  • Contato
Escotilha
Sem Resultados
Veja Todos Resultados
  • Reportagem
  • Política
  • Cinema
  • Televisão
  • Literatura
  • Música
  • Teatro
  • Artes Visuais
  • Reportagem
  • Política
  • Cinema
  • Televisão
  • Literatura
  • Música
  • Teatro
  • Artes Visuais
Escotilha
Home Cinema

‘Cabaret’: o musical que enfrentou Don Corleone

O clássico 'Cabaret', que deu o Oscar de melhor direção a Bob Fosse, é relançado em edição especial com a chancela da Livraria Cultura.

porPaulo Camargo
8 de junho de 2014
em Cinema
A A
Liza Minnelli em Cabaret, filme de Bob Fosse

Liza Minnelli em 'Cabaret', filme de Bob Fosse. Imagem: Reprodução.

Envie pelo WhatsAppCompartilhe no LinkedInCompartilhe no FacebookCompartilhe no Twitter

Em quase todas as listas de melhores filmes norte-americanos de todos os tempos, O Poderoso Chefão ocupa um lugar privilegiado, muito perto do topo, logo atrás de Cidadão Kane, de Orson Welles. O que poucos se lembram, no entanto, é que, embora tenha vencido o Oscar de melhor filme, em 1973, a estatueta de melhor direção não foi parar nas mãos do cineasta Francis Ford Coppola. Quem venceu foi Bob Fosse, consagrado diretor e coreógrafo de musicais, que também construiu uma sólida carreira cinematográfica.

Fosse foi premiado por Cabaret, vencedor em outras sete categorias, tornando-se o grande campeão da noite – O Poderoso Chefão ganhou apenas mais um troféu: o de melhor ator, para Marlon Brando, que mandou, em seu lugar, uma falsa índia à cerimônia da Academia, para ler um discurso de recusa ao prêmio.

Comparar os dois filmes é uma bobagem. Ambos são, sem exagero, clássicos, cada uma a sua maneira. Cabaret, que acaba de ser relançado em DVD pela Livraria Cultura com exclusividade, percorreu um longo caminho até chegar à tela grande.

O grande mérito de Cabaret é o de ser, ao mesmo tempo, um musical espetacular, com magnífica trilha sonora de Ralph Burns, com canções de Fred Ebb e John Kander, e espetacular coreografia de Fosse, e um drama histórico muito poderoso.

Nasceu como livro memorialístico do escritor britânico Christopher Isherwood, que nele conta as experiências vividas na Berlim da República de Waimar, implementada na Alemanha logo após a Primeira Guerra Mundial. Depois, se tornou uma peça de teatro e, por fim, um musical, primeiro apresentado nos palcos, para depois ganhar adaptação para o cinema.

O personagem central, Brian Roberts (Michael York), é um alter ego de Isherwood. Como o autor, é aspirante a escritor, mas pretende ganhar a vida lecionando inglês. Acaba se mudando para uma pensão, onde conhece a borbulhante Sally Bowles (Liza Minnelli, premiada com o Oscar de melhor atriz pela atuação), vedete que sonha com o estrelato. Os dois acabam se envolvendo romanticamente, embora Brian tenha uma sexualidade ambígua.

Nazismo

O grande mérito de Cabaret é o de ser, ao mesmo tempo, um musical espetacular, com magnífica trilha sonora de Ralph Burns, com canções de Fred Ebb e John Kander, e espetacular coreografia de Fosse, e um drama histórico muito poderoso.

O Kit Kat Klub, inferninho berlinense onde boa parte da trama se passa, é uma espécie de microcosmos onde se vê, de forma alegórica e por vezes literal, a ascensão do nazismo. Quem tem o papel de guia nesse interessante percurso pelo labirinto em que a Alemanha estava se tornando é o Mestre de Cerimônias do cabaré, em uma interpretação magistral de Joel Grey, vencedor do Oscar de melhor ator coadjuvante.

ESCOTILHA PRECISA DE AJUDA

Que tal apoiar a Escotilha? Assine nosso financiamento coletivo. Você pode contribuir a partir de R$ 15,00 mensais. Se preferir, pode enviar uma contribuição avulsa por PIX. A chave é pix@escotilha.com.br. Toda contribuição, grande ou pequena, potencializa e ajuda a manter nosso jornalismo.

CLIQUE AQUI E APOIE

Tags: Bob FosseCabaretCidadão KaneCinemaCríticaFrancis Ford CoppolaJoel GreyKit Kat KlubLivraria CulturaLiza MinnelliMichael YorkO Poderoso ChefãoOrson WellesOscar

VEJA TAMBÉM

Timothée Chalamet está indicado ao Oscar de melhor ator por sua interpretação de Marty Mauser. Imagem: A24 / Divulgação.
Cinema

‘Marty Supreme’ expõe o mito da autoconfiança americana

5 de fevereiro de 2026
'Guerreiras do K-Pop' desponta como favorito na categoria de melhor canção original no Oscar 2026. Imagem: Sony Pictures Animation / Divulgação.
Cinema

O fenômeno ‘Guerreiras do K-Pop’

4 de fevereiro de 2026
Please login to join discussion

FIQUE POR DENTRO

Timothée Chalamet está indicado ao Oscar de melhor ator por sua interpretação de Marty Mauser. Imagem: A24 / Divulgação.

‘Marty Supreme’ expõe o mito da autoconfiança americana

5 de fevereiro de 2026
'Guerreiras do K-Pop' desponta como favorito na categoria de melhor canção original no Oscar 2026. Imagem: Sony Pictures Animation / Divulgação.

O fenômeno ‘Guerreiras do K-Pop’

4 de fevereiro de 2026
Rhea Seehorn encarna Carol Sturka diante de um mundo em uma violenta transformação. Imagem: High Bridge Productions / Divulgação.

‘Pluribus’ faz da felicidade obrigatória uma forma de violência

3 de fevereiro de 2026
A escritora argentina Samanta Schweblin. Imagem: Alejandra Lopez / Divulgação.

Em ‘O Bom Mal’, Samanta Schweblin mostra que o horror mora ao lado

30 de janeiro de 2026
Instagram Twitter Facebook YouTube TikTok
Escotilha

  • Sobre
  • Apoie
  • Política de Privacidade
  • Contato
  • Agenda
  • Artes Visuais
  • Colunas
  • Cinema
  • Entrevistas
  • Literatura
  • Crônicas
  • Música
  • Teatro
  • Política
  • Reportagem
  • Televisão

© 2015-2023 Escotilha - Cultura, diálogo e informação.

Sem Resultados
Veja Todos Resultados
  • Reportagem
  • Política
  • Cinema
  • Televisão
  • Literatura
  • Música
  • Teatro
  • Artes Visuais
  • Sobre a Escotilha
  • Contato

© 2015-2023 Escotilha - Cultura, diálogo e informação.