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Ingresso para ‘Jurassic World’ deveria vir com pipoca e um pedido de desculpas

'Jurassic World', quarto longa da franquia Jurassic Park, é repleto de clichês, fracas atuações e direção sonolenta. Fica a dúvida: era realmente necessário filmá-lo?

porAlejandro Mercado
11 de junho de 2015
em Cinema
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Ingresso para 'Jurassic World' deveria vir com pipoca e um pedido de desculpas

Imagem: Reprodução.

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Foram 14 anos de espera pelo quarto episódio da franquia Jurassic Park. Nesta quinta-feira (11), chega aos cinemas Jurassic World. Com produção de Steven Spielberg e direção de Colin Trevorrow (de Sem Segurança Nenhuma), o longa é a continuação direta do primeiro capítulo, lançado em 1993, ignorando por completo os acontecimentos de O Mundo Perdido – Jurassic Park (1997) e Jurassic Park 3 (2001). Chris Pratt (Guardiões da Galáxia) e Bryce Howard (Histórias Cruzadas) fazem a dupla de protagonistas. Ty Simpkins, Vincent D’Onofrio (Demolidor e Nascido para Matar), Jake Johnson (New Girl) e Irrfan Khan (A Vida de Pi) completam o elenco.

Jurassic World inicia sua trama 22 anos após os acontecimentos do primeiro filme. Vemos que a Ilha Nublar, a mesma que duas décadas antes foi “alugada” pelo bilionário John Hammond e destruída por dinossauros, foi recuperada e tornou-se um parque temático. Visando a manter o interesse dos turistas, a direção do parque decide convocar seu time de cientistas (B.D. Wong, de Jurassic Park e Law & Order: SVU) para que criem uma nova criatura.

Se a premissa parecia interessante, o que se vê na tela não chega nem a empolgar. Pratt (cotado, inclusive, para ser o novo Indiana Jones), apesar de carismático, não faz uma boa atuação. Os trejeitos de Owen, seu personagem, são forçados, bem como a necessidade quase exagerada de evidenciar sua virilidade, repetindo mais de uma vez que se trata do macho alfa.

Se a premissa parecia interessante, o que se vê na tela não chega nem a empolgar.

Claire, personagem de Bryce Howard, é a afirmação do estereótipo da mulher frágil, que precisa de um homem para ser sua força. Como chefe do parque temático, ela vê suas decisões serem constantemente criticadas por pessoas do sexo oposto. Sua fragilidade, a ligeira patetice em suas atitudes e suas expressões corporais, dignas de filmes trash, é o que marcam sua atuação.

Curiosamente, em uma das primeiras falas do filme, a personagem de Bryce parece ser premonitória ao narrar como o público perdeu o interesse pelos dinossauros ao longo dos anos. Essa seria a força motriz para a criação do novo dino geneticamente modificado e, simbolicamente, a razão para dar continuidade a franquia 14 anos após o último capítulo.

A sensação geral no cinema era de que, por mais que se esforçasse (e não parecia fazer isso), o filme dirigido por Colin Trevorrow não conseguia empolgar. Não empolgava como aventura e não causava empatia enquanto ficção científica. Várias deixas de Jurassic World faziam o público cair na gargalhada. Não sei ao certo, mas se a intenção era ser bom de tão ruim, talvez o longa esteja trilhando o caminho correto.

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Tags: Bryce HowardChris PrattCinemaColin TrevorrowCrítica de CinemaJurassic ParkJurassic WorldSteven Spielberg

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