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‘Mesmo Se Nada Der Certo’ fala de músicas e recomeços

Com leveza e muitas canções, 'Mesmo se nada der certo' revela-se bela narração sobre o ato de recomeçar.

porTiago Bubniak
7 de maio de 2019
em Cinema
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Mesmo se Nada der Certo, de John Carney

Confluência. Cena sobre como protagonistas se conhecem é repetida para mostrar caminhos que levaram até aquele momento. Imagem: Divulgação.

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Leve, agradável, suave e com trilha sonora repleta de músicas pop. Essas são algumas características de Mesmo Se Nada Der Certo (2013), um filme ambientado no meio musical e que, na verdade, é um singelo retrato do processo dos recomeços, sejam eles sentimentais ou profissionais. Apesar de simples, o título original, Begin Again (“começar de novo”), é eloquente nesse sentido. Quem comanda a transposição do próprio roteiro para a tela é o diretor irlandês John Carney, que já integrou a banda The Frames e, em 2006, dirigiu Apenas Uma Vez, filme ganhador do Oscar de melhor canção.

Em quase duas horas, o espectador acompanha de que modo interceptam-se os caminhos de Gretta (interpretada por Keira Knightley), Dan (vivido por Mark Ruffalo) e Dave (interpretado por Adam Levine, vocalista da banda Maroon 5, em sua estreia no cinema). Gretta é uma compositora de talento, mas anda depressiva por ter rompido com o namorado Dave, um astro em ascensão. Enquanto chora as mágoas cantando em um bar, Gretta chama a atenção de Dan. Ele é um produtor musical que vivenciou grandes momentos no passado, mas que, no presente, amarga tanto a carência de talentos a serem lançados quanto a crise das gravadoras ocasionada pelo compartilhamento de arquivos na internet.

Mesmo Se Nada Der Certo dá certo: revela-se um filme prazeroso de se ver. E ouvir.

A forma como Gretta e Dan se conhecem está no centro de uma dinâmica narrativa que repete a cena em questão, porém mostrando os percursos diferentes que levaram os protagonistas até aquele momento. É uma estratégia que funciona. Enquanto a cena é repetida, o espectador é brindado com o aumento da carga de significado do encontro entre os dois. Junto com a ampliação desse significado, aumenta também a carga poética da união das vidas de Gretta e Dan.

Afirmar que “as músicas revelam muito sobre as pessoas” não representa nenhum ato de genialidade, criatividade e originalidade. No entanto, observar em qual contexto essa afirmação é inserida no filme faz diferença. Também chama a atenção acompanhar as reflexões do personagem de Mark Ruffalo a respeito de como uma canção possui a capacidade de transformar banalidades, pequenas cenas do cotidiano, em verdadeiras “pérolas lindas, efervescentes”. Basta ter um pouquinho de sensibilidade para embarcar nesse processo. E é justamente a sensibilidade aguçada que faz chegar-se à conclusão de que, em seu conjunto, Mesmo Se Nada Der Certo dá certo: revela-se um filme prazeroso não apenas de se ver, mas, também, de se ouvir.

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Tags: Adam LevineApenas Uma VezCinemaCríticaCrítica CinematográficaCrítica de CinemaJohn CarneyKeira KnightleyMark RuffaloMaroon 5Mesmo Se Nada Der CertoResenhaReviewThe Frames

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