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Na minha estante, por Sheyla Smanioto

porEscotilha
9 de abril de 2019
em Literatura
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A escritora Sheyla Smanioto, vencedora do Prêmio Sesc de Literatura

A escritora Sheyla Smanioto, vencedora do Prêmio Sesc de Literatura. Imagem: Divulgação.

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Dando prosseguimento à série de textos em que convidamos escritoras e escritores brasileiros a compartilhar um pouco sobre sua relação com a literatura, convidamos a autora Sheyla Smanioto.

Paulista de Diadema, Sheyla é graduada em Estudos Literários pela Unicamp, mesma instituição por onde fez seu mestrado em Teoria Literária. Antes de ser apontada pela revista Forbes, em 2017, como uma das 30 jovens com menos de 30 anos que fazem a diferença no Brasil, a autora publicou Desesterro (2015, Record), romance de estreia com o qual ganhou o Prêmio Sesc de Literatura e o Prêmio Machado de Assis da Biblioteca Nacional, além de figurar na terceira colocação no Prêmio Jabuti. Seu segundo romance, Meu corpo ainda quente, está em fase de produção.

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Com vocês, Sheyla Smanioto.

Sheyla Smanioto

Meus livros de cabeceira estão em constante revolução. Agora, o livro que mais tenho lido é Amada (Toni Morrinson; Companhia das Letras, 2007). Amada é para não ler de uma vez, então cabe muito bem na cabeceira. O jeito de caminhar sobre as coisas como se não fôssemos encontrar nada (em cada parágrafo, em cada verso) e então entregar um diamante ou uma facada, isso é algo que eu tento levar para o meu estilo. É também o meu jeito de estar no mundo, através do humor ou da tragédia: dando facadas.

Amada me ensinou a força que tem um corpo machucado de mulher. E, como leitora, me faz pensar a literatura como esse corpo machucado – e também o seu rastro.

*

Se tivesse que apontar uma “leitura obrigatória”, apontaria qualquer um da Hilda Hilst. E só a coloco aqui, no lugar ingrato da obrigatoriedade, porque sua literatura – radical – sobreviveria. Como poucas.

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*

Certamente indicaria a qualquer pessoa a leitura de Paula Fábrio (escritora paulistana; possui dois romances: Desnorteio, editora Patuá, 2012, com o qual venceu o Prêmio São Paulo de Literatura, em 2013; e Um dia toparei contigo, editora Foz, 2015), porque está muito próxima de encontrar aquele ponto entre o complexo e o terrivelmente simples.

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Micheliny Verunschk (recifense, é escritora e historiadora. Possui vasta bibliografia, transitando entre a prosa e a poesia. Venceu o Prêmio São Paulo de Literatura de 2015 com o romance Nossa Teresa – vida e morte de uma santa suicida, e foi indicada ao Prêmio Portugal Telecom – atualmente, Prêmio Oceanos – pelo livro de poesias Geografia íntima do deserto), porque é só poesia.

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Juliana Bernardo, Simone Paulino, Luísa Geisler, Ana Martins Marques, Paulliny Tort. Algumas que lembrei, e ainda faltam outras mil.

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Tags: Ana Martins MarquesCrítica LiteráriaDesesterroEntrevistaHilda HilstJuliana BernardoLiteraturaLuísa GeislerMicheliny VerunschkPaula FábrioPaulliny TortResenhaSheyla SmaniotoSimone Paulino

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