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O mundo pós-apocalíptico de ‘Falling Skies’

Em sua última temporada, 'Falling Skies' completa sua missão de narrar a jornada de redenção humana em um mundo pós-apocalíptico.

porAlejandro Mercado
22 de julho de 2015
em Televisão
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O mundo pós-apocalíptico de 'Falling Skies'

Imagem: Reprodução.

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Certo dia em sua vida, Robert Rodat percebeu que a Batalha da Normandia havia ocorrido no mesmo dia do nascimento de seu filho. Provavelmente, para muitos de nós isso não passaria de uma simples coincidência. Para Rodat, foi motivo de inspiração na construção do roteiro de O Resgate do Soldado Ryan, filme de 1998 e pelo qual foi indicado ao Oscar. Mudando literalmente da água para o vinho, Robert demonstrou com Falling Skies, série do canal TNT, que estreou em 2011, sua versatilidade. E para dar grife a série, Spielberg assina a produção executiva.

O seriado é um drama pós-apocalíptico que narra a história de Tom Mason (Noah Wyle, o eterno Dr. Carter de ER), um professor universitário de Boston que da noite para o dia torna-se segundo-comandante da Second Mass, um grupo de civis e militares que tentam permanecer vivos após a invasão alienígena que devastou o planeta. Na tela, vemos o mundo em ruínas, com 90% da população dizimada pelos invasores extra-terrestres.

A história criada por Rodat apresenta, especialmente na primeira temporada, muitas lacunas que acabam não sendo preenchidas. O arco narrativo de alguns personagens também soa forçado, mas ainda assim a série prende a atenção do espectador, entregando doses fortes de ação e drama.

A história criada por Rodat apresenta, especialmente na primeira temporada, muitas lacunas que acabam não sendo preenchidas.

Não é sabido de início o objetivo dos alienígenas, que aprisionam crianças e adolescentes colocando-lhes um “arreio”, uma espécie de carcaça ligada à coluna vertebral, que as torna submissas, quase zumbis a serviço dos invasores. O seriado inícia-se com Tom Mason em busca de um de seus filhos que foi capturado. Ele e a Second Mass, da qual fazem parte seus outros dois filhos, o Capitão da Reserva Dan Weaver e outros sobreviventes, lutam para expulsarem a ameaça alien.

Claro que nem todos os humanos vivos pensam da mesma forma, logo, o seriado é repleto de reviravoltas, traições e vinganças. Mesmo os grupos de resistência acabam tendo divergências na forma de atuação ou brigas de ego pelos comandos das missões. Nesse ponto, Falling Skies lembra (e muito) The Walking Dead, contudo, sem o mesmo glamour do seriado da AMC.

Boa parte dos acertos de Falling Skies está ligada a fotores mais técnicos, como seus efeitos especiais e a fotografia. Em contrapartida, a série apresentou uma terceira temporada muito fraca. Nela, personagens secundários ganharam muito espaço ao longo dos episódios. Por essa razão, é considerada por alguns uma temporada muito confusa, acabando por refletir num declínio dos números de audiência.

Parece que Robert Rodat percebeu o puxão de orelha dos espectadores e entregou uma quarta temporada mais fixa no desenvolvimento da história de Tom Mason e seus filhos. Ao fazer isso, Rodat trouxe parte do público de volta para a TV, garantindo uma quinta e última temporada, que já estreou no canal a cabo TNT.

Fica a curiosidade para descobrir como ele e sua equipe amarraram as pontas soltas deixadas ao longo dos últimos quatro anos, bem como esperar sua resolução para esta invasão alienígena. Se optar pelo caminho mais fácil, Falling Skies provavelmente partirá sem deixar grandes lembranças. Se ousar, como o argumento inicial propunha, a série fará falta não apenas à emissora – que não tem, a princípio, nenhuma outra série engatilhada para ocupar o espaço na grade -, mas também ao público fiel, talvez mais a premissa do que Mason e companhia.

Tags: AMCCrítica de SeriadosCrítica de SériesFalling SkiesNoah WyleRobert RodatSeriadosSériesSteven SpielbergThe Walking Deadtnt

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