• Sobre
  • Apoie
  • Política de Privacidade
  • Contato
Escotilha
Sem Resultados
Veja Todos Resultados
  • Reportagem
  • Política
  • Cinema
  • Televisão
  • Literatura
  • Música
  • Teatro
  • Artes Visuais
  • Reportagem
  • Política
  • Cinema
  • Televisão
  • Literatura
  • Música
  • Teatro
  • Artes Visuais
Escotilha
Home Teatro

‘Coração’: espetáculo do Grupo Obragem de Teatro se divide em duas peças distintas

porMarianna Holtz
8 de maio de 2018
em Teatro
A A
Envie pelo WhatsAppCompartilhe no LinkedInCompartilhe no FacebookCompartilhe no Twitter

A peça Coração, da Companhia de Teatro Obragem (Curitiba), estreou na quinta-feira, 19, no teatro-sede da companhia. O espetáculo, dirigido por Olga Nenevê, é dividido em dois: cada um com elenco, enredo e propostas de encenação distintas.

No primeiro, intitulado “Coração“, Greice Barros faz uma encenação solo sobre um anjo que questiona a respeito do ser humano e sua essência. Este parece muito mais preocupado em comunicar através da forma e dos recursos cênicos. O segundo tem um formato mais realista e o enredo é também mais linear: um garoto chamado Valentim (Olga Nenevê) e sua avó (Eduardo Giacomini) partem em busca do pai, apresentando ao longo da jornada diferentes elementos do mundo adulto para o garoto. Esta segunda parte é intitulada “O Céu de Valentim”.

Em “Coração“, o figurino (de Paulo Vinícius) é muito bonito e coerente, a sonoplastia (de Vadeco Schettini) é sutil e lógica. O cenário (de Eduardo Giacomini) é simples e se resume a pedras que são realocadas constantemente. Como objeto de cena, para além das pedras, merece destaque a criação visual feita através do uso da luz refletida em um pequeno cubo de espelhos. A luz (de Lucas Amado) é bem feita, mas por vezes tem mudanças demais, o que junto a interpretação, soa preocupada demais com a forma e desatenta a essência.

O Céu de Valentim cria uma linguagem simples que pode ser acessada por crianças e adultos.

No segundo ato, os figurinos (de Giacomini) seguem a mesma paleta e também são bonitos e coerentes. A sonoplastia (novamente de Schettini) mantém uma linearidade que une os dois atos, o mesmo faz a direção ao usar os objetos de cena (no primeiro ato as pedras e no segundo as bagagens) como cenário sem excessos ou desperdícios. A iluminação neste ato é mais sutil. Na transição das cenas é utilizada de maneira poética projeções, que aparecem também ao longo do segundo ato.

No entanto, a construção da personagem da avó (Giacomini) é bastante confusa, em especial vocalmente e não é possível perceber com clareza se a personagem é uma mulher ou um homem.

A produção fez uma parceria com os Centros Acadêmicos dos cursos de Arquitetura e Urbanismo e de Teatro da Pontifícia Universidade Católica do Paraná, em que os estudantes que apresentassem a carteirinha do curso pagariam meia da meia entrada.

link para a página do facebook do portal de jornalismo cultural a escotilha

Tags: Centro AcadêmicoCoraçãoCrítica TeatralCuritibaEduardo GiacominiestudantesGrupo Obragem de TeatroOlga NenevêPaulo ViníciusTeatroTeatro Curitibanoteatro paranaense

VEJA TAMBÉM

Espetáculo segue em São Paulo após sucesso em Belo Horizonte e Rio de Janeiro. Imagem: Guto Muniz / Divulgação.
Teatro

‘(Um) Ensaio Sobre a Cegueira’ mergulha o público numa experiência ética e sensorial do caos

8 de dezembro de 2025
Dirigido por Luciana Paes, Gregório Duvivier protagoniza ode crítica à língua de todos nós. Imagem: Joana Calejo Pires / Divulgação.
Teatro

Crítica: Em ‘O Céu da Língua’, Gregório Duvivier performa as fissuras da linguagem – Festival de Curitiba

8 de abril de 2025
Please login to join discussion

FIQUE POR DENTRO

Howard Zinn em Nova York, 2008. Imagem: Marc Dalio / Reprodução.

‘A bomba’ revisita Hiroshima para expor a engrenagem moral da guerra moderna

4 de março de 2026
A escritora Manoela Sawitzki. Imagem: Omar Salomão / Divulgação.

Em ‘Filha’, Manoela Sawitzki expõe as feridas na relação entre pai e filha

4 de março de 2026
Josh O'Connor e Paul Mescal dão vida aos personagens da história criada por Ben Shattuck. Imagem: Film4 / Divulgação.

‘A História do Som’ transforma silêncio e música em gesto de amor contido

3 de março de 2026
Autora tem provocado intensos debates na esquerda francesa com sua obra. Imagem: Reprodução.

‘Fazer justiça’ analisa o avanço do punitivismo dentro dos movimentos progressistas

2 de março de 2026
Instagram Twitter Facebook YouTube TikTok
Escotilha

  • Sobre
  • Apoie
  • Política de Privacidade
  • Contato
  • Agenda
  • Artes Visuais
  • Colunas
  • Cinema
  • Entrevistas
  • Literatura
  • Crônicas
  • Música
  • Teatro
  • Política
  • Reportagem
  • Televisão

© 2015-2023 Escotilha - Cultura, diálogo e informação.

Sem Resultados
Veja Todos Resultados
  • Reportagem
  • Política
  • Cinema
  • Televisão
  • Literatura
  • Música
  • Teatro
  • Artes Visuais
  • Sobre a Escotilha
  • Contato

© 2015-2023 Escotilha - Cultura, diálogo e informação.